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Google+: Já permite páginas de marcas [Video]

A rede social do Google, Google+  já permite páginas de marcas.

Muitas marcas, empresas, media e blogs já aderiram às páginas no Google +.

Para seguir o Cibertransistor no Google+ clique aqui

Veja o video de apresentação desta nova funcionalidade:

Google+: Pages
John introduces Pages with a few thoughts on relationships with customers. Check out some ways we’ve been rethinking real-life sharing for the web at plus.google.com.
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Adoção de tablet nas empresas

Se uma imagem vale por mil palavras, é fácil de entender o aparecimento dos infográficos para apresentar estudos que antes ocupavam páginas e páginas de relatórios (muitas vezes massudos).

Este infográfico explica a como está a adoção dos tablets em ambientes de trabalho, quais as aplicações, sistemas operativos e equipamento mais usados.

Fonte: Venturebeat

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Google: Resultados 3º trimestre 2011 [Audio]

A Google divulgou ontem os resultados do último trimestre, que ficaram acima da expectativa. E na pré-abertura do mercado as acções da Google (NASDAQ:GOOG) estão já a subir 6.62%.
A Google divulgou também que o número de utilizadores da rede social Google + ultrapassou os 40 milhões de utilizadores (ainda longe dos 800 milhões do Facebook).

Ficam aqui os principais indicadores da performance da Google no último trimestre:

Receitas: 9,72 mil milhões de dólares (expectativa de 9,60 mil milhões), 33% acima do período homólogo.

Resultado líquido: 2,73 mil milhões de dólares

Lucro por acção: 9,72 dólares (expectativa de 8,74 dólares)

Custos operacionais: 3,28 mil milhões de dólares que aumentou face ao período homólogo, devido à contratação de 2.585 novos funcionários no último trimestre, o que deixa pela primeira vez o Google com mais de 31 mil funcionários.

chart of the day, google full-time employees, oct 2011

Google’s headcount was up by 2,585 on a quarter over quarter basis for the third quarter of this year. It now employs 31,535 people.
On the earnings call, CEO Larry Page said, “We’re at the edge of what’s manageable with headcount growth.” In other words, Google can’t add more than 2,500 employees per quarter.

Fonte: Business Insider

Aqui fica a conferência de apresentação de resultados do Google:

Larry Page, Patrick Pichette, Nikesh Arora and Susan Wojcicki participate in Google’s Q3 2011 Earnings Call October 13, 2011

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Amazon Kindle: Do E-reader ao tablet Fire [Video]

Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, apresentou ontem em Nova York a nova gama de E-readers Kindle e uma novidade já esperada, um tablet: Kindle Fire.

Veja o video de apresentação:

A nova gama de Kindles, já está disponível para pré-reserva com entregas a partir de 15 de Novembro.

Os novos E-readers com preços entre os 79 e os 149 dólares, apresentam algumas novidades face aos anteriores: ecrã touch e colunas de som incorporadas, permitindo para além da leitura e compra de eBooks e jornais a novidade é possibilidade de audição e compra de músicas na Amazon MP3.

O Kindle Fire, é a entrada da Amazon na “guerra” dos tablets.

Veja o video de apresentação do Kindle Fire:


A Apple com o iPad é líder mundial nos tablets, e continuará a ser.  Jeff Bezos sabe disso, o que justifica uma abordagem da Amazon muito diferente de outros players neste mercado.

Onde não vale a pena desafiar a Apple é no equipamento (hardware). A Apple é geneticamente uma empresa de hardware, e a sua competitividade na relação preço/qualidade do iPad são neste momento imbatíveis. E por isso, a opção acertada de Jeff Bezos em fazer um tablet com o sistema operativo Android do Google (mas que está muito bem disfarçado) e uma forte e diferenciadora aposta nos conteúdos.

Jeff Bezos, sabe que o conteúdo vai continuar a ser Rei na Era Digital, e a Amazon já distribui conteúdos (eBooks, música, filmes, jornais, revistas e recentemente aplicações para o sistema operativo Android), associado aos serviços de alojamento e sincronização na nuvem (cloud computing) que integrado com as suas aplicações colocam a Amazon a competir de igual para igual com a Apple.

Assim, o Kindle Fire não precisava de ser uma cópia do iPad. O objectivo é aumentar as vendas on-line de conteúdos digitais, é este o core de negócio da Amazon, e Jeff Bezos não se distrai a tirar os “olhos da bola”, como acontece com muitos…

Por isso, o Kindle Fire é um tablet simples, apenas com wi-fi e sem câmara nem microfone (veja as características técnicas aqui), a um preço imbatível: 199 dólares (147 euros).

E o mercado, percebeu o impacto positivo das novidades apresentadas hoje e as acções da Amazon (NASDAQ: AMZN) fecharam a sessão a cotar nos 229,71 dólares, a subir 2,45% em tendência contrária ao índice NASDAQ que desceu 2,17%.

A Apple tem razões para estar preocupada? Sim, é um “pontapé nas canelas”. Não pelo equipamento em si, mas pela integração de conteúdos e serviços que vai disponibilizar.

E a Samsung, Sony, HTC, Motorola, RIM, Lenovo, etc? Sim, é um verdadeiro “Soco no estômago”. O Kindle Fire pode mesmo fazer “arder” alguns destes players no mercado dos tablets.

E a Microsoft? O gigante está adormecido! O anunciado sistema operativo Windows 8, que podia ser o “pão para a boca” de muitos fabricantes de hardware neste mercado dos tablets só vai ficar disponível para meados de 2012… quantos vão “arder”? E depois de o Google concretizar a compra da Motorola? Steve Balmer, o “funil” está a apertar e se o objectivo é ficar na “Liga dos Campeões”, era melhor “comprar ontem” a RIM, a Hulu, o Spotify e a Lulu.

E o Google? Deve estar confuso… ora o sistema operativo Android está no Kindle Fire, isso é bom… para a Amazon que o adaptou à sua maneira e não teve que pagar licenças pois é gratuito. No limite, a Amazon vai promover venda de aplicações Android na sua loja, isso vai dar receitas aos developers e … à Amazon :-)
Bem, mas o Google, afinal é uma empresa cuja maior fonte de receita é a publicidade. Pode ser que os editores e developers incluam as nossas soluções de publicidade… A Amazon, também já está neste negócio de publicidade (de forma tímida, mas com um “pé na porta”).

Certamente, que na cabeça de Larry Page, Sergey Brin, Eric Schmidt e até mesmo Jeff Bezos pode haver vontade de “namorar” para mais tarde “casar” ;-)
Vale a pena recordar, que Jeff Bezos foi um dos investidores inciais do Google com um investimento de 250 mil dólares…

Quase que me esquecia de uma novidade! O browser para o Kindle Fire o Silk, um browser super-rápido que aproveita todo o poder da “nuvem” da Amazon :-)
Esta “novidade” foi certamente a que mais chateou o Google.
Ora, achavam que o Jeff Bezos ia dar Cookies ao Chrome? E o poder do CRM e data mining da Amazon ao qual sempre nos habituámos? :-)

É expectável que o Silk em breve esteja disponível para outros sistemas operativos (Windows, MacOS e iOS).

Veja o video de apresentação do Silk:

Gerir na Era Digital (Portuguese Edition)

E, para quem conseguiu chegar aqui não podia terminar, sem a recomendação de leitura em Kindle, do meu livro Gerir Na Era Digital (disponível também em edição impressa para os mais conservadores)
Boa leitura :-)

Também disponível em inglês - Managing In The Digital Era

myspace

O “MySpace” vai falhar porque:

A luta titânica entre as maiores empresas (e aquelas que já foram maiores) pela sobrevivência e liderança no mundo das redes sociais está longe de terminar.

Amanhã/hoje, 22 de Setembro de 2011, é a vez do Facebook revelar grandiosas (é sempre assim que todas elas o promovem) novidades no seu evento “f8”. Lembro-me, há 2 anos atrás, pela parceria firmada com a empresa de Zuckerberg,  quando em primeira mão soubemos e vimos a preparação do famoso “LIKE!”, bem como as novidades para as páginas públicas (na altura fan-pages). Percebia-se que poderia ser algo que funcionaria… ou não. Mas funcionou. E como! No entanto, um ano depois, o já tão badalado “Places” continua a definhar e ao que parece será mesmo descontinuado. Mas isto é mesmo assim. E é o pragmatismo americano a falar. Umas ideias funcionarão. E outras não. As que suprirem necessidades, essas, não só funcionarão como ainda crescerão e replicar-se-ão pelas restantes redes sociais que logo irão imitar o mesmo princípio activo.

Mas não ficamos por aqui.

O novo “Myspace” também trará novidades. Diz-se que lá para outubro, agora que até já o cantor Justin Timberlake é um dos novos investidores (de relembrar que a News Corp adquiriu a empresa em 2005 por cerca de 400 milhões de euros e vendeu agora  à Specific Media por cerca de 25). E o que será o “Myspace” agora? O que pode, aliás, ser uma rede social que até já pretende ser diferente mas que continua a insistir no nome que a marcou? Pelos vistos há quem sublinhe que a vertente musical se manterá e será a tónica, mas parece que ainda há quem não se tenha apercebido do crescimento de redes como o Reverbnation ou da explosão do YouTube como a nova e magnânime jukebox (nos EUA, VEVO) ou do que até mesmo o Facebook se prepara para abraçar ao nível dos conteúdos vídeo e áudio.

Portanto, o problema que se coloca ao novo/renovado “Myspace” não é do que será, é de qual a necessidade que vem suprir nesta altura no mercado global das redes sociais. Acreditamos todos que nesta fase do campeonato e depois de um relançamento falhado há precisamente 1 ano a empresa já se tenha libertado do dilema pessoal de ter de provar a si mesma que não está à deriva… Porque se assim for, o “Myspace” falha. Outra vez. E de vez.

O Google+, por exemplo, não vem suprir qualquer necessidade atualmente existente para nós. Só para o próprio Google. Daí que as semelhanças sejam imensas com o Facebook. E daí que após o boom inicial de crescimento a taxa de fidelização esteja agora a demonstrar o que a rede efetivamente vale no momento. Bom, ela valerá mais para nós em breve, acreditamos todos, e será talvez relevante e necessária, sobretudo depois de mais amigos e familiares nossos lá estarem, mais marcas pelas quais somos apaixonados lá estarem, e todos os serviços Google lá estejam a funcionar em pleno e de forma cruzada. Nessa altura, com o ecossistema em pleno, talvez passemos a dizer o oposto, que o Facebook já não supre o rol de necessidades que o G+ resolveu. Veremos.

Para já uma coisa é certa – as principais redes sociais de sucesso são regra geral apenas uma em cada um dos seus espaços: YouTube, Facebook, Flickr, Twitter, LinkedIn, Foursquare, Qik (até aqui o duelo com o Kyte terminou recentemente, com a compra deste e a sua passagem para o segmento pago e profissional), etc., etc. Ainda subsistem vários casos, em vários nichos, de duas ou mesmo três redes sociais que combatem ferozmente por um espaço claro de liderança (veja-se por exemplo o Tumblr vs. Posterous) mas talvez isso seja mais por não estar amadurecido esse segmento de mercado e encontrada a pedra filosofal do mesmo, do que propriamente por haver espaço para duas. Regra geral, há sempre uma que se impõe. É a lei do mais forte. E da economia de escala.

Para o caso que aqui interessa, nesta reflexão, é qual o papel que os novos investidores terão na definição do novo “Myspace” e o que a rede pretenderá ser. E sobretudo, talvez uma das razões que mais me leva a dizer que o “Myspace” falhará, é a falta de um líder e fundador que tenha efetivamente poder de decisão na estratégia da empresa. Basta aliás considerar a lista “Media Guardian 100” deste ano, nas primeiras posições. Ou então, e isso sim seria para mim o surpreendente e o volte-face, em outubro não seria revelado pelo “Myspace” nenhum novo posicionamento, nenhum novo logótipo, funcionalidades ou outras coisas mais, mas simplesmente um líder com verdadeira capacidade de levar a empresa em frente… Ah, mas nem assim, porque os líderes não se anunciam, antes demonstram pelo seu trabalho e resultados que o são (e a resultados acrescente-se “sustentados”).

Bom,  uma coisa é certa: por mais genial que seja a (nova) ideia, o branding, a promoção e o evento e tudo o resto – meus senhores e novos detentores do “Myspace”, por favor, quando agora relançarem a rede, não façam como há um ano, em que no dia do arranque no renovado “my____” e até nos dias seguintes, por vezes nem mesmo o login e nem os vídeos funcionavam de forma estável…

200px-Google-Wallet-logo

Google Wallet [Video]

Em Maio, o Google apresentou o Google Wallet. Neste momento já é possível fazer pagamentos  com o Google Wallet em algumas lojas nos Estados Unidos aos clientes do operador Sprint com o modelo de telemóvel Nexus S 4G – Android, .

Veja o video de apresentação, com os engenheiros do Google Rob von Behren e Jonathan Wall, a apresentarem a aplicação que transforma o telemóvel numa carteira.

E conheça o primeiro cliente a utilizar o Google Wallet :-)

Mais informação em: http://www.google.com/wallet

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Vídeo online – novo crescimento com novas funcionalidades das redes sociais?

Muito se tem falado sobre a explosão do vídeo online. Mas na verdade, são um punhado de casos de sucesso que nos últimos anos verdadeiramente têm feito a indústria crescer, outras indústrias refletir, e umas quantas imitar. Ah, e claro, outras ainda aumentar os seus bolsos.

YouTube, Hulu, BBC iPlayer, Vimeo (dentro de um mercado de nicho) e se falarmos localmente podemos ainda englobar os casos da espanhola TVE com o seu “a la carta” ou o agregador francês wat.tv. Mas ainda assim, depois do YouTube, só mesmo o caso do Netflix promete dar verdadeiramente que falar. Sobretudo depois do até aqui gigante americano ter de uma assentada só expandido o seu negócio para mais 43 países da américa latina.

Falando de uma outra escala, contudo, o site Social-Media-Today traz agora à reflexão como algumas funcionalidades novas de alguns gigantes poderão ser um novo recomeçar do vídeo online à mistura das redes sociais como a nova roda. Até aqui, o buzz em torno de um programa em tempo real tinha sido o grande hype. Aliás, copiado e ainda hoje recopiado e utilizado por muitos operadores de televisão (na RTP inclusive). Personagens, actores ou apresentadores twittam ou publicam vários posts ao mesmo tempo que em casa ou na rua os fãs assistem ao programa. Mas o cruzamento deste princípio com o dos ‘hangouts’ do Google+ pode alargar ainda mais a escala deste tipo de utilização e consumo de vídeo. Senão veja-se pela imagem abaixo, da Social-Media-Today, onde um vídeo poderá passar a ser visto partilhadamente através de convite para os amigos ou colegas, todos ao mesmo tempo no Google+ :

Já encontraram esta funcionalidade?
Acham mesmo que o vídeo online depende de novas funcionalidades nas principais plataformas de redes sociais para voltar a ver o seu consumo crescer?

organograma

Organogramas: Amazon, Google, Facebook, Microsoft, Apple e Oracle

O modelo de organização é um reflexo importante sobre a cultura e ADN, que são de dois factores relevantes para seu sucesso das organizações.

Manu Cornet, um engenheiro que trabalha noGoogle desenhou a sua perspectiva sobre o modelo organizacional das tecnológicas: Amazon, Google, Facebook, Microsoft, Apple e Oracle.
Apesar, da dose de humor esta ilustração não está longe da realidade :-)

Inspirado(a)?
Agora experimente desenhar o organograma da sua empresa, e claro, pode partilhar na caixa de comentários :-)

apple+google

Descobrimentos2.0

É verdade que a História se repete. A Era Digital que hoje vivemos é muito semelhante ao período dos descobrimentos nos Séculos XV e XVI.

No início do ano 2000, chegámos ao “Cabo das Tormentas”, com a “bolha da Internet”, e muitas empresas dot.com faliram, outras resistiram e novas nasceram.

Entretanto, muitos já dobraram o “Cabo da Boa Esperança”, mas há também “piratas” a atrapalhar e um “Tratado de Tordesilhas” desta vez não entre países, mas entre as empresas Apple e Google. Mas, a Amazon, Facebook e Microsoft podem atravessar-se no caminho, como nos aconteceu a nós Portugueses e aos vizinhos Espanhóis com outras nações (Holanda, Inglaterra e França,…).

Estas empresas, estão a liderar a criação de novos mercados e novas rotas de comércio (electrónico), com domínio de plataformas de distribuição de aplicações e conteúdos. É por isso, que assistimos a uma guerra importante de registo de patentes, que são as novas fronteiras e portagens que se criam nestes novos mercados e rotas.

O entusiasmo e sucesso das recentes ofertas públicas de aquisição (IPO´s) nas dot.com, que iniciaram com a rede social LinkedIn, depois com o motor de busca russo Yandex.ru e com a rádio online Pandora, explica-se pelo facto de estas poderem ser também importantes plataformas que podem gerar valor acrescentado nestes novos mercados e rotas de comércio.

Quanto pode valer para o Google ou Microsoft, a integração das suas aplicações no LinkedIn, ou seja, um mercado com 100 milhões de utilizadores profissionais e respectivas empresas? Tudo será resolvido com um “aluguer” ou com a compra do LinkedIn… claro, o preço de mercado ficou já definido, neste caso acima dos 8 mil milhões de dólares.

E a Pandora? Acumulou 90 milhões de dólares de prejuízo ao longo de 10 anos, e captou 90 milhões de utilizadores registados só nos Estados Unidos (cada utilizador custou 1 dólar a captar, nem ficou assim tão caro, com o “bónus” de uma excelente plataforma de distribuição de conteúdos). A Pandora é uma plataforma de rádio que será mundial e que vai ser ouvida em todos os dispositivos incluindo auto rádios. Qual o valor do mercado mundial de publicidade na Rádio (com possibilidade de segmentação geográfica, por dispositivo, por perfil e claro com interação)? Quanto pode a Apple, Google ou Amazon, pagar pelas músicas vendidas a partir da Pandora? Também aqui, teremos um futuro contrato de arrendamento ou venda…, para já o valor de mercado está quase em 3 mil milhões de dólares.

Espero, que como país de navegantes, os portugueses vejam esta nova Era Digital como uma oportunidade importante e interessante para saberem criar valor e dinamismo económico, pois somos um povo criativo e que sempre soube navegar com coragem e curiosidade para descobrir novos mercados.

Entrevista (audio) a Nuno Ribeiro – Gerir na Era Digital / Oficina do Verbo
Entrevista de Paulo Oliveira Lima realizada em Maio de 2011, no âmbito do Atelier de Técnicas de Entrevista, na Escola Superior de Comunicação Social.

Nota: Artigo publicado nos jornais Diário de Notícias e Meios & Publicidade de 15/07/2011


English version

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Boom ou Bolha? [Infografia]

O blog Mashable, publicou uma infografia (criado pela KISSmetrics e FeeFighters ), com alguns indicadores relevantes que fazem a análise comparativa entre a “Bolha da Internet” de 2000 e os recentes e futuros IPO´s.

Muitos analistas e investidores têm demonstrado dúvidas sobre se estamos a viver uma nova bolha das dot.com ou se de facto estamos no boom da indústria.
Ainda não há concenso e as opiniões dividem-se. A confusão é legítima, pois estamos viver uma nova Era, a Era Digital é um novo período da história da Humanidade, semelhante ao que vivemos no período dos Descobrimentos nos séculos XV e VI.

E por isso, na minha opinião teremos pela frente uma nova realidade económica de grande expansão…

Veja a infografia abaixo e tire as suas conclusões:

totalreacall

O direito a ser esquecido

Em Junho deste ano, a agência espanhola de protecção de dados pediu à Google que retirasse do seu motor de busca hiperligações de cerca de 90 pessoas. Segundo a Google, foi o primeiro pedido deste género. Até à data, a Google tem recorrido destes casos com sucesso.

Mas o que parece um pedido estranho vindo de um grupo de extremistas das leis de proteção da vida privada, pode transformar-se num novo direito: “o direito ao esquecimento”.

A Comissão Europeia prepara-se para lançar este ano um conjunto de leis que atribui maior poder aos cidadãos para apagar da rede informações pessoais anteriormente colocadas pelos próprios.

O furor legislativo encontra justificação na facilidade com que informações que antes eram difíceis de encontrar estarem agora à distância de qualquer um através de uma simples pesquisa na rede – mesmo as informações com vários anos e que constituem a nossa pegada digital.

Durante anos, a capacidade de reproduzir todos os passos da vida real no mundo virtual deu origem a relatos registados em filmes e livros como o “Total Recall”.

Quem não partilhar deste entusiasmo, poderá em breve pedir para ser excomungado do Facebook com o alto patrocínio de um decreto-lei.

Don’t be Evil” tem sido o lema do Google, mas a companhia já tem a sua “beast file” a circular no YouTube.

Relacionados:
O quinto poder 

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Google+: A caminho dos 100 milhões de utilizadores…

Segundo alguns rumores de mercado, o Google+ terá conseguido captar cerca de 4,5 milhões de utilizadores (ainda com convites a “conta gotas”), em menos de duas semanas.
Bill Gross, CEO da IdeaLab e um dos mais respeitados investidores em empresas “dot.com”, afirmou que o Google+ será o serviço mais rápido a atingir os 100 milhões de utilizadores.

Com o Google+, o Google valorizou cerca de 20 mil milhões de dólares em capitalização bolsista:

Fonte: TechCrunch

Vale a pena recordar o tempo necessário de outras redes sociais para atingirem os 100 milhões de utilizadores:
- LinkedIn (rede social profissional): 6 anos e 10 meses
- Facebook: 4 anos e 6 meses
- Twitter: 3 anos e 10 meses

Para o Google+ aceitam-se palpites sobre o tempo que vai demorar a atingir os 100 milhões de utilizadores.

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