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Internet – Gestão de Conteúdos, Gestão de Marcas ou Criação de Marcas?

poder das marcas na web

A provocação tem uma razão: convidar-vos a um debate que tão cedo nunca cessará, e que se rodeia de milhentos factores que nunca farão o consenso vir ao de cima (é impossível, dada a panóplia de casos e circunstâncias) mas que no aceso da conversa nos façam por vezes clarear ideias, conceitos e estratégias.

Sobretudo na área dos Media, os conteúdos são rei, rainha, princesa, príncipe, madrasta, bruxa, bobo e o que mais quiserem. São tudo. Ou quase tudo - porque as marcas também representam um papel fulcral. Tal como nos bens de consumo, numa prateleira de supermercado a embalagem conta, a posição em altura do produto conta, o preço conta, e claro, a marca conta. Também não é diferente com os conteúdos e também por isso na Web as marcas têm um poder incomensurável. Dezenas de sítios e blogues oferecem boa informação, entretenimento, formação, opinião, etc. Mas as marcas produzem um factor diferenciador imbatível junto de um público que cada vez tem mais oferta. E quando falo de marcas, falo de todas. Desde a marca do grupo, à marca do canal/publicação/estação, ou até mesmo às pessoas que dão voz, rosto, assinatura – essas não raras vezes são mesmo as mais poderosas marcas.

Mas convém não esquecermos que a maioria dos produtores de conteúdos neste momento presente na Web em Portugal já o era antes da própria Web. E, para o que aqui nos interessa, o mesmo acontece às marcas.

As marcas que foram criadas para a imprensa, rádio ou televisão, foram-no (bem como os seus conteúdos) de forma pensada, reflectida, estudada, estrategicamente afinados os posicionamentos e refinados ao longo de anos, umas mais que outras. E foram quase sempre marcas que nasceram para essa plataforma. E tiveram sempre por base marcas vizinhas em segmentos de mercado de conteúdos concorrentes.

Mas na grande maioria dos casos, o que ainda hoje temos é a transposição das marcas dos restantes meios para a Web. Muitas das vezes, do mesmo grupo, canibalizando-se até. Todos temos feito o mesmo – experimentado, testado, aproveitado o capital de credibilidade, relevância e a atracção automática de uma audiência fiel como garante de um mínimo de sustentabilidade. Mas fará isto ainda sentido, lato senso? Porque simplesmente os conteúdos já estão feitos e disponíveis, deverão as marcas estar na Web, todas elas, simplesmente porque sim, porque é possível, porque há ‘espaço’? Não deveriam as empresas também dedicar a mesma preocupação em criar marcas na Web como fizeram para criar uma marca para a imprensa, a rádio ou a tv? Ou pelo menos equacioná-lo mais vezes? Porque todas as marcas se atiram para a Web misturando-se muitas vezes caoticamente no seio do mesmo grupo? Será apenas para não frustrar os subscritores a irem ao Google e descobrirem que a sua marca, afinal,  não tem site e não pode assim encontrar as peças que lê/ouve/vê no meio original?

Grupos de comunicação social detêm por vezes dezenas de marcas. E esta riqueza é também um desafio. Eu diria aliás: o desafio. E também por isto a Web é fascinante. Pelo menos para mim, esta é de facto uma das reflexões que tem levado a um maior aprofundamento e pesquisa nos últimos anos.


É interessante observar como, por toda a Web, vemos variadíssimos casos de sites de sucesso e com marcas nascidas aí. Mas é bem mais escasso ver criação de projectos e marcas exclusivamente pensadas para a Web vindas de grupos de comunicação social. Talvez, no fundo, tudo se resuma ao facto de na Web – em Portugal – ainda não ser possível obter uma rentabilidade interessante com um projecto dedicado, fruto do investimento em recursos humanos e técnicos . Ou talvez o mercado publicitário na web ainda não esteja preparado e amadurecido.

Falava-se no início que o “jornal i” seria um projecto exclusivamente digital, mas depois lá veio o papel. A Sic e a Tvi posicionaram a sua aposta de informação na Web usando as marcas dos respectivos canais de cabo: Sic Notícias e Tvi24, com isto isto acarretando mais desvantagens que vantagens (opinião pessoal minha). E outros casos há em que sai mais reforçada a ideia de que na comunicação social a Web é mesmo mais uma extensão de marcas já existentes e a capitalização das mesmas, do que berço de novas. Olhando desde logo para o ranking Netscope, se excluirmos os  naturais portais, encontramos no top de sítios o  bem sucedido “Mais Futebol” e só depois na 28ª posição o Diário Digital. E depois disso temos de descer bem mais na tabela. Fala-se num projeto que nascerá em breve pela mão de Emídio Rangel, na rádio, imprensa, web e quem sabe TV; será interessante acompanhar aí, avançando o projeto, que estratégia neste campo das marcas foi definida e será implementada.

E com isto, vai-se escapando o tempo para abordar a questão dos conteúdos. Tão ou mais importantes para este debate. Mas deixo a questão de fundo,  para escutar as vossas opiniões, dúvidas, ideias e críticas.
A caixa de comentário abaixo é toda vossa!
;)

Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição

Para quem não viu, este é o vídeo publicitário que marcou a edição do clássico top de anúncios que anualmente se desunham para disputar a liderança no intervalo da mítica final de Futebol Americano. Chama-se “The Force”, é da Volkswagen e pretende apenas anunciar o novíssimo Passat em terras do Tio Sam, e para isso foi buscar um juvenil Darth Vader. Ora vejam:

A razão porque trago aqui o vídeo e escrevo este pequeno post, e porque até já levei o mesmo ao programa diário na Antena3 (Buzz), é que este pequeno Darth Vader conseguiu deitar ao chão, finalmente, a bacoca verdade absoluta de que alguma coisa só pode ir para a web depois de estrear em Televisão.

Ganhou a Volkswagen, e ganharam muitas agências que, depois deste caso, poderão já ter mais margem de manobra na definição e proposta estratégica aos seus clientes. Invertendo a lógica da ‘surpresa’, há milénios defendida por muitos doutos entendidos como o SantoGraal a não ser quebrado, a Volkswagen levou uma semana antes o anúncio para a web e conseguiu o que nenhum outro anúncio conseguiu, e que também passou no mesmo break.

Os valores de notoriedade estão muito acima do esperado. E sobretudo conseguiram que lá em casa, ao arranque da trilha sonora, as pessoas na sala parassem porque afinal alguém reconhecia aquela introdução e pedia a toda a família “para pararem e verem aquele anúncio engraçado que já o amigo da escola ou colega de trabalho havia mostrado no mail ou no facebook“. O contágio foi mil vezes maior. E sem esquecer o factor diferenciação, face a uma concorrência quem em peso decidiu seguir a norma.

Até as histórias em torno do anúncio se expandiram, com o próprio miúdo que dá vida ao little-tini-tiny Darth Vader (Max, de nome) a ir à Tv (abaixo).

Claro que para o ano isto já valerá muito menos (estamos todos a ver o seguidismo…), e claro quem nem sempre esta é uma boa estratégia. Mas fico satisfeito quando vejo cair alguns estigmas ou verdades absolutas e que vêm mostrar a mais gente que devemos equacionar sempre o que fazemos e o modo como o fazemos. Mesmo que esteja certo. E mesmo que já esteja a dar bons resultados. Porque fazer diferente e melhor é sempre possível.

A última vez em que vi isto acontecer foi no EuroFestival da Canção, com a força da equipa do comité europeu organizador a conseguir quebrar todas as regras que a maioria dos países ainda hoje seguem: revelam o palco semanas antes, mostram os vídeos com os ensaios das canções, abrem as portas a tudo e todos. E os números estão cá para mostrar como isso só foi benéfico. Na tv e na web.

Se a Volkswagen vendeu mais carros com o anúncio, a marca o saberá. Mas se a mim alguém vier dizer mais uma vez que “a receita está provada e funciona” e que “em equipa vencedora não se mexe”, prometo responder com um uísque e um “a tradição já não é o que era”, logo seguido de apelo ao jovem Max para que venha com a sua vestimenta de Darth Vader e os poderes de afastar tais mentes brilhantes do nosso caminho.

Aos que partilham da visão de nunca acreditar cegamente que tudo está feito: may the force be with you.

;)

 

 

NOTA de 3 JULHO 2011 – GREENPEACE SOCORRE-SE DESTE ANÚNCIO PARA CAMPANHA CONTRA A VW »

 

 

 

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Amazon.com vende mais livros em formato electrónico do que em papel

Durante a apresentação de resultados do último trimestre, a Amazon revelou que já vende mais livros em formato electrónico (ebook) do que em papel.
Por cada 115 livros vendidos em formato Kindle (com aplicações disponíveis para diversas plataformas), foram vendidos 100 em formato papel (no ano 2010).

Amazon.com is now selling more Kindle books than paperback books. Since the beginning of the year, for every 100 paperback books Amazon has sold, the Company has sold 115 Kindle books. Additionally, during this same time period the Company has sold three times as many Kindle books as hardcover books. This is across Amazon.com’s entire U.S. book business and includes sales of books where there is no Kindle edition. Free Kindle books are excluded and if included would make the numbers even higher.

Fonte: Amazon.com

A manter-se esta tendência, a previsão de Nicholas Negroponte de que os livros em formato físico vão morrer dentro de cinco anos pode estar certa.

Veja o anúncio do Kindle (vs outros tablets) :-)

Relacionados:
Jeff Bezos discute o futuro do Kindle com Charlie Rose

Nicholas Negroponte: Os livros físicos vão morrer dentro de 5 anos

Apple, Google, Microsoft, Nokia, Sony e Amazon
Titãs em competição pelo “Monopólio de Consumidores” e “Portagem na Ponte”

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Apple: Campanha Macintosh 1984

Faz hoje 27 anos. No intervalo da final do Super Bowl, um anúncio de 1 minuto, uma obra-prima de 1.6 milhões de dólares, assinado por Ridley Scott, com a actriz de “Nikita” como protagonista, dizia ao mundo o que aí viria, dois dias depois: “A 24 de Janeiro, a Apple Computer introduzirá Macintosh. E você verá porque 1984 não vai ser como “1984””.

in Facebook – grupo: Bíblia dos anos 80 – post de João Pedro Bandeira

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Júlia Pinheiro vs. Conan O’Brien vs. Fátima Lopes

Parecerá à primeira vista estranho ou despropositado ou só mesmo uma mera provocação ter estes 3 nomes da televisão juntos no mesmo título. Mas não é. Nada disso.

Em comum, como é fácil de perceber, Júlia Pinheiro, Conan O’Brien e Fátima Lopes são apresentadores de programas de televisão (entre outras coisas, obviamente, e por ordens de grandeza que a cada um importará de formas diferentes, que isto sejamos livres de escolher como bem queremos).

O que aqui interessa e talvez seja um excelente sub-título é:
“A que não foi  -  O que conseguiu  -   A que não se sabe”
Curiosos? Passo a explicar.

Em qualquer jogo de equipas (e a TV é um deles) as trocas de elementos humanos de uma equipa para outra muda completamente as regras até aí estabelecidas no tabuleiro. No caso da TV em Portugal, a recente troca de Fátima Lopes da Sic para a TVi e da Júlia Pinheiro no movimento inverso muito deram que falar. Mas muito mais ainda foi o episódio de Conan O’Brien, trocando a NBC pela TBS.

Mas qual a grande diferença neste trio?

Ler Mais…

Transmedia

transmedia

Quando em 2007 tive o privilégio de conhecer em primeira mão o projecto “The Truth About Marika”, estava longe de imaginar que uns anos mais tarde estaria toda a indústria televisiva e cinematográfica, e até de bens de consumo, a lidar com o termo que fora baptizado em 2003 no MIT.

Resumidamente, por Transmedia podemos falar de uma história que é contada utilizando narrativas paralelas que no seu todo compõem uma só. Usando como exemplo a conhecida saga de “Star Wars”, o processo de Transmedia conduz e define desde o rumo das histórias e personagens dos filmes,  até às das bandas-desenhadas, jogos de consolas, merchandising, etc., etc.

A Verdade Sobre Marika

Graças ao esforço da responsável pelos projectos de TV Interactiva na EBU (rede de operadores públicos europeus de televisão e rádio), Nicoletta Iacobacci, eu e uns quantos sortudos que até aí estavam fartos de fazer Tv, Rádio e Web de forma desintegrada pudemos, então, tomar contacto com alguns dos principais projectos nesta área, figuras de proa e até ir aprendendo directamente com os próprios.

A chance mais recente foi em 2010 com Jeff Gomez, que também em 2010 explicou como este processo de Transmedia havia já dado origem na Producer’s Guild of America à categoria técnica de nome próprio e como, para a própria Coca-Cola, havia sido a sua empresa, a Starlight, a dar eco ao sucesso da campanha “Hapiness Factory”, que havia nascido como qualquer outra, mas que entretanto fora desenvolvida para 5 anos toda a estratégia em torno do universo entretanto criado.

Jeff Gomez – Case-study Coca-Cola

Por cá, em 2009, tudo isto dava os primeiros frutos quando juntamente com a RTP2 pude desenvolver o projecto do “5 Para a Meia-Noite“. E desde então, de partida para uma 4.ª série, custa a crer como o tempo correu.
A verdade é que projectos pensados de forma multiplataforma, coerentemente e complementarmente, fogem em muito às regras estabelecidas de planeamento regulares. Obrigam a envolvência muito mais atenta de pessoas que tradicionalmente se encontram em fases distintas dos processos de produção (e por vezes nunca se chegam a conhecer, até) e obrigam ainda a dose reforçada de monitorização, realinhamento e acerto.

Nada é um produto verdadeiramente fechado e acabado. E os guiões servem apenas como a principal base. Nesse aspecto, o boom das redes sociais veio ajudar um pouco a que mais gente percebesse e se aliciasse pelo fim da ‘campanha’ previamente concebida, elaborada e fechada, e se dedicasse a trabalhar na relação (a curto, médio ou longo-prazo). Até mais do que isso, veio ajudar a quem sabia que os modelos estavam perto de esgotar-se e era preciso “fazer mais”, ou “fazer melhor e diferente”.

Como texto de arranque à minha participação neste cantinho da web, respondendo ao simpático convite do fundador e até vendo ainda não constar nada de Transmedia no arquivo, espero que o tema vos desperte, mais do que a curiosidade, a dedicação que a mim me tem feito perder umas quantas horas de sono. Apelo, portanto, a uns minutos mais do vosso tempo para a excepcional conferência TEDx, dedicada por inteiro ao tema e que tem todas as intervenções disponíveis aqui »

Transmedia na Wikipédia

Mobile Display: Quotas de mercado nos Estados Unidos

O mercado de publicidade nas plataformas móveis estão em grande crescimento. Nos Estados Unidos o mercado de display mobile (banners em sites e aplicações para plataformas móveis), vale cerca de 390 milhões de dólares.
As estimativas para 2011 apontam para 1,9 mil milhões de dólares de publicidade nas plataformas móveis (display e search).

Google (19%) e Apple (18,8%), são os maiores players deste mercado.
A Millennial Media, detida por cinco fundos de investimento ocupa a terceira posição (15,4%). Está debaixo de olho dos gigantes (Google, Apple, Microsoft, Nokia e Yahoo!) e vai seguramente ser adquirida nos próximos meses… só falta adivinhar por quem?

IDC Mobile Ad chart

Some highlights:

  • The mobile display ad market was about $390 million in 2010, according to IDC. Google had 19% share, Apple had 18.8% share, and Millennial Media had 15.4% share.
  • Apple’s share is particularly impressive because it only started iAds in the second half of the year.
  • Google is crushing everyone in mobile search advertising, commanding 91.4% of the $487.3 million market, according to IDC. Yahoo had 2% of the market and Microsoft had 1.6% of the market, IDC estimates.
  • Google’s combined presence in search and display make it by far the biggest player. But it has hardly dominated mobile display advertising, which is why it spend $750 million on AdMob in the first place.
  • Fonte: Business Insider

Tron Live Cycle ARG e Coca-Cola Zero

A Coca-Cola Zero lançou no dia 17 de Novembro um novo jogo ARG (Alternate Reality Game), em cima do filme da Disney TRON Legacy que deverá estrear em breve. O jogo pode ser descarregado gratuitamente para o iPhone, e em breve para Android, no site Coca-Cola Zero.

Criado pela agência Crispin Porter + Bogusky, permite que os jogadores ao deslocarem-se a pé pelas ruas da cidade criem as suas paredes de luz, quanto maior a “parede” e mais jogadores chocarem contra ela mais pontos ganham.
Tron é a história de um homem prisioneiro dentro de um mundo digital, o filme original foi lançado em 1982.

Apple: Think Different

Em 1997 (após o regresso de Steve Jobs), a Apple fez uma das campanhas mais marcantes e que a reposicionou a marca e a empresa como uma das que marcam o ritmo de mudança do mundo.

Vale a pena (re)ver o video e interiorizar a mensagem.


Here’s to the crazy ones.

Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. About the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.

Beatles chegam ao iTunes

Por cerca de 150 dólares é possível fazer o download de toda a discográfica dos Beatles em formato digital. Foi esta a grande surpresa prometida pela Apple para o iTunes. De facto, foi apenas mais um dia que nunca mais esqueceremos. Por várias razões. Primeiro porque a verdadeira notícia é o encerramento simbólico da batalha judicial entre a Apple Corps (empresa inicialmente formada pelos Beatles e que gere parte dos royalties da banda britânica) e a Apple Computer. Um negócio que envolveu milhões e está resolvido para Steve Jobs. Segundo, porque esperaríamos o anúncio de um serviço de streamming para o iTunes e deram-nos música… ou baile, consoante as nossas capacidades para dançar a valsa mediática da Apple.

Há Vida na Internet – Google, Facebook

Foi lançada ontem a curta metragem A Life on Facebook, realizada por Maxime Luère, é a história de um homem contada através da interface do Facebook.

A ideia não é nova, faz agora um ano que o Google lançou no Youtube Search Stories, usando também a sua interface. Na página do Youtube criada para sustentar a campanha, os utilizadores eram convidados a criar e contar as suas histórias.

Portugal – Criatividade e Intuição nas Empresas

Newsweek "The Creativity Crisis"

Um dos temas que mais me tem apaixonado ao longo do último ano é a Criatividade e o seu posicionamento numa empresa, face às estratégias comerciais, financeiras e de marketing. É preciso antes de mais entender, que a criatividade e inovação está presente na vida das empresas em todas as áreas, da gestão, aos recursos humanos, passando pela estratégia e pelo marketing. A resposta fácil seria portanto, está presente em todo o lado. Da nossa experiência, sabemos que não é assim.

Na realidade, existem núcleos conservadores, tal como existem núcleos criativos e de inovação dentro das empresas. E tal como na sociedade, apenas os segundos são propulsores de mudança e inovação.
Mas qual é então o papel da criatividade e inovação numa empresa portuguesa? E como reforçar estes núcleos criativos, estendendo esta cultura?

Nas conferências TEDx Francis Cholle da The Human Company, apresentou uma interessante visão sobre criatividade e intuição nas empresas, e como pode ser fulcral para ultrapassar um clima económico recessivo.

Veja aqui o vídeo da conferência e leia o artigo da Newsweek “The Creativity Crisis“, sobre os resultados de um estudo do MIT sobre o declínio da criatividade nos Estados Unidos.

Mais Informações em:
Conferências TED e The Human Company

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