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Fun-Post do dia: fã da Apple desenha a maçã com jogging

Um fã de Steve Jobs encontrou uma forma extremamente original de prestar homenagem ao ex-CEO e resolveu dar uma “corridinha”, desenhando no mapa a exacta forma do logótipo da Apple através precisamente do jogging.

Fica abaixo a imagem e o link para o artigo original do próprio

;)

http://josephta.me/2011/08/art-of-running-tokyo-steve-jobs-apple-logo/

VW Dark Side

VW e o poder oculto da força da publicidade

Pois é, escutando um rápido buzz do nosso pai de família aqui no blog (Obrigado, Nuno!), eis que descubro que o tão aclamado e até premiado este ano em Cannes anúncio da Volkswagen é agora, precisamente, o gancho com que a Greenpeace brinda a marca, e nós todos, com um apelo:

chamar à VW o lado bom que ainda há nela, para que canalize a sua força não para o mal, mas para cortar nas emissões de CO2 como, alegadamente, garante a Greenpeace, parece não querer fazê-lo.

A página da campanha da Greenpeace está alojada em http://vwdarkside.com, e não deixa de ser uma delícia a forma como a associação ambientalista tenta captar a atenção:

  • vídeos com a estética e imagens copiadas do anúncio original, e recorrendo a crianças que reproduzem as figuras da saga de George Lucas
  • a música e efeitos sonoros do filme plenamente bem encaixados
  • a Estrela da Morte agora com o símbolo da marca de carros alemã
  • e até um apelo, não ao ambientalista que há em nós, mas ao Jedi que há em nós

O vídeo da Greenpeace, “The dark side of VW” já foi colocado e logo depois banido e removido do YouTube (link do vídeo onde estava o clipe VW- The Dark Side), o que nestas coisas sempre dá um ar mais intenso à quezília, mesmo que tenha sido por uso indevido da trilha sonora detida em direitos pela Lucas Film (pena para a Volkswagen, que poucos irão pensar isso…).

No mínimo delicioso, portanto. Sobretudo para um tipo com alma de publicitário e de meio libertino aqui como o vosso escriba.

Fica portanto do vosso lado acompanhar e opinar, sendo que de uma coisa a VW não se livra, que é de todos seguirmos mais um episódio onde uma marca de gingantes terá de lidar com pinças o que se passa e se diz única e exclusivamente na net… por enquanto.

O vídeo da polémica:

Algumas frases de Jedis deixadas no site da Greenpeace:
http://www.nugerama.co.uk/hw/vwdarkside.swf

Para quem não pôde ver o anúncio original da VW, aqui fica:

Barack Obama, Michelle Obama

Discurso de Barack Obama no jantar da Casa Branca

Este é um daqueles posts curtinhos, mas que depois de ver o vídeo tinha mesmo de partilhar com os seguidores deste cantinho do ciberespaço (ena, há quanto tempo não usava este termo!…).

Enquanto a maioria deve estar a terminar de ver os reality’s na TV, aqui o vídeo abaixo deixou-me a ponto de ir às lágrimas. Nem sei bem o que achar, pelo hábito da nossa cultura tradicionalista e conservadora para a maioria destas coisas da política, o que achar deste vídeo e sobretudo do discurso de Obama. Mas creio que concluo com um “fenomenal”. É um pouco estranho estar a ver Barack Obama como se fosse Billy Cristal no arranque da cerimónia dos Oscares. O texto que lhe foi escrito está carregado de piadas sarcásticas e acutilantes como videiras cheias de uvas em setembro. E as peças vídeo que pontuam o discurso são a melhor concorrência ao Daily Show que vi nos últimos tempos! Wow.

Procurem o minuto 9′ onde finalmente Donald Trump recebe o troco, espreitem antes disso a piada a Matt Damon e deliciem-se.

Pode parecer um discurso de um Presidente norte-americano, mas é puro entretenimento. E cabe-me a mim dizer, tendo visto os últimos dos nossos políticos, que se pelo menos algum dele fosse tão bom entertainer assim, já valeria a pena o voto, que isto um tipo da rádio e televisão sempre gosta de apreciar um bom entertainer e o mundo e o país têm bem falta deles.

Aqui fica, pois, o vídeo:

Site Inspired by Iceland

De quem estamos à espera?…

Há semanas (a memória já me vai falhando, não sei há quantas, 5 ou 6…) partilhei este vídeo no Facebook e as reacções (sim continuo a escrever com consoantes mudas, esta é uma daquelas que se tirar o “c” parece que estou a falar de suinicultura) foram positivas, o pessoal gostou, falou-se do nosso querido ICEP… nada de mais.

Na altura achei que o video era um postal bonito da Islândia, convidativo, mas talvez por falta de tempo ou mesmo de disponibilidade mental (eu sei, eu sei…) não escrevi o porquê de tudo isto, e o que é que isto têm a ver connosco (Portugal).

É verdade que a Islândia não é um pais perfeito, é verdade que passaram de “hero to zero” num ápice com a crise mundial, devido ao facto (mais, ao erro) de terem uma economia baseada na especulação bancária. Após a desregulamentação do sector bancário nos inícios de 2000, os bancos domésticos expandiram agressivamente as suas operações nos mercados estrangeiros, aceitando depósitos estrangeiros e emprestando no mercado interbancário. Em meados de 2008, os bancos detinham mais de EUR 40 mil milhões em dívida externa, sendo o PIB da Islândia 20% desse valor. Como a situação financeira mundial se agravou em 2008, a coroa caiu vertiginosamente face outras moedas importantes. A depreciação súbita da moeda nacional colocou os bancos nacionais em alto risco e devido à sua elevada exposição à dívida externa, uma tal situação insustentável resultou no fracasso dos três maiores bancos comerciais da Islândia no final de 2008 e os cerca de 400.000 habitantes ficaram assim muito perto da falência.

Também é verdade que em 2010 tiveram mais um grande contratempo: o vulcão Eyjafjallajokul (desafio-vos a dizerem isto 3 vezes seguidas) fez com que o turismo na ilha (a 2ª maior fonte de rendimento, se ignorarmos a especulação bancária existente até 2008) ficasse em risco, devido à quase totalidade de voos cancelados e o receio dos turistas.

E o que é que os Islandeses fizeram? Algo como isto: http://www.visitportugal.com? Algo monótono, hiper institucional, sem brilho, pouco convidativo, pequenino como os portugueses, ou melhor minúsculo (ainda bem que já fui ao oftalmologista), até pode ter uma base de conteúdos razoável, não sei, nem me interessa saber porque a vontade de sair da Homepage é quase nula…, algo que confunde Cultura com História (experimentem em carregar em cultura…), um local onde os utilizadores de outros países até dizem “1. The site in SIMPLIFIED Chinese in badly translated. The purpose of the translation is for nobody to understand its content? If so, you made it!” (in Facebook visitportugal), Não…

Cultura à portuguesa

Mas o que é que estamos à espera?!…

“Europe’s West Cost”?! Ah mas temos costa?

E temos algumas das mais belas praias da Europa?

Ah e podíamos ser um dos melhores destinos de férias (tanto no Verão como no Inverno) para os Europeus?

Ah e temos algumas das reservas naturais mais bonitas do Mediterrâneo?

Ah e alguns empresários corajosos estão finalmente a fazer estruturas turísticas dignas de países desenvolvidos?…

Então porque é que o Organismo que mais guito recebe para promover Portugal no mundo nos trata desta forma?! E não, não é necessário ir lá fora buscar as melhores agências do mundo para fazer um trabalho médio, que as nossas agências também fariam (se calhar por menos, e com melhor qualidade… vocês sabem do que estou a falar), em alturas de crise, se tens talento em casa, poupa… sempre são divisas que não saem do país (ou pelo menos se saírem é para pagar os juros da dívida).

O site www.inspiredbyiceland.com é mais do que um site bonito, apelativo e convidativo.

Site Inspired by Iceland

É a preocupação com os conteúdos, sensoriais… o texto, as fotos, os videos (sim a Cultura também está lá e ao Vivo!) mas lá dentro cabe também a música, cabe a dança, cabem os locais, cabem as pessoas, cabe a sua relação com cada um de nós… algo que nos faz querer ir… mesmo com os vulcões, mesmo com poucas pessoas, que falam uma língua estranha, sem praias de areia finas, com uma densidade populacional 36 vezes mais pequena que Portugal…

Experimentem também em passar pela página do Facebook, agora passem pela nossa wall, agora pela deles, agora… mas não se fiquem por 1 ou 2 posts, percorram os histórico… repararam?

A “nossa” (quer dizer eu pessoalmente não a considero minha) parece as páginas amarelas, grande parte dos posts são anúncios, do “venha aqui”, do “temos uma promoção”, do “Gosta de nós e habilita-te a ganhar um fim de semana”, dos inúmeros organismos regionais, câmaras municipais, Empresas ligadas ao turismo (do “Boat trip de Lagos”, à “subida do bom jesus de Braga com guia”), desesperadas à procura de clientes… e eu pergunto-me… e onde estão os 56.000 fãs da “nossa” página?!

Os cerca de 50.000 fãs da página do facebook do inspiredbyiceland (ena até temos mais uns que eles, daqui se vê que quantidade não é definitivamente qualidade), estão lá! Interagem, reagem, vibram, conversam, recordam, partilham, Vivem!

O que é que estamos à espera?!

Que um dos “Sr.s do FMI” nos diga, porque é que não fazemos nada de jeito com este Sol que temos?! JÁ DISSE, e foi ao fim de 2 dias de cá estar!

Desculpem o desabafo…

marcas

Internet – Gestão de Conteúdos, Gestão de Marcas ou Criação de Marcas?

poder das marcas na web

A provocação tem uma razão: convidar-vos a um debate que tão cedo nunca cessará, e que se rodeia de milhentos factores que nunca farão o consenso vir ao de cima (é impossível, dada a panóplia de casos e circunstâncias) mas que no aceso da conversa nos façam por vezes clarear ideias, conceitos e estratégias.

Sobretudo na área dos Media, os conteúdos são rei, rainha, princesa, príncipe, madrasta, bruxa, bobo e o que mais quiserem. São tudo. Ou quase tudo - porque as marcas também representam um papel fulcral. Tal como nos bens de consumo, numa prateleira de supermercado a embalagem conta, a posição em altura do produto conta, o preço conta, e claro, a marca conta. Também não é diferente com os conteúdos e também por isso na Web as marcas têm um poder incomensurável. Dezenas de sítios e blogues oferecem boa informação, entretenimento, formação, opinião, etc. Mas as marcas produzem um factor diferenciador imbatível junto de um público que cada vez tem mais oferta. E quando falo de marcas, falo de todas. Desde a marca do grupo, à marca do canal/publicação/estação, ou até mesmo às pessoas que dão voz, rosto, assinatura – essas não raras vezes são mesmo as mais poderosas marcas.

Mas convém não esquecermos que a maioria dos produtores de conteúdos neste momento presente na Web em Portugal já o era antes da própria Web. E, para o que aqui nos interessa, o mesmo acontece às marcas.

As marcas que foram criadas para a imprensa, rádio ou televisão, foram-no (bem como os seus conteúdos) de forma pensada, reflectida, estudada, estrategicamente afinados os posicionamentos e refinados ao longo de anos, umas mais que outras. E foram quase sempre marcas que nasceram para essa plataforma. E tiveram sempre por base marcas vizinhas em segmentos de mercado de conteúdos concorrentes.

Mas na grande maioria dos casos, o que ainda hoje temos é a transposição das marcas dos restantes meios para a Web. Muitas das vezes, do mesmo grupo, canibalizando-se até. Todos temos feito o mesmo – experimentado, testado, aproveitado o capital de credibilidade, relevância e a atracção automática de uma audiência fiel como garante de um mínimo de sustentabilidade. Mas fará isto ainda sentido, lato senso? Porque simplesmente os conteúdos já estão feitos e disponíveis, deverão as marcas estar na Web, todas elas, simplesmente porque sim, porque é possível, porque há ‘espaço’? Não deveriam as empresas também dedicar a mesma preocupação em criar marcas na Web como fizeram para criar uma marca para a imprensa, a rádio ou a tv? Ou pelo menos equacioná-lo mais vezes? Porque todas as marcas se atiram para a Web misturando-se muitas vezes caoticamente no seio do mesmo grupo? Será apenas para não frustrar os subscritores a irem ao Google e descobrirem que a sua marca, afinal,  não tem site e não pode assim encontrar as peças que lê/ouve/vê no meio original?

Grupos de comunicação social detêm por vezes dezenas de marcas. E esta riqueza é também um desafio. Eu diria aliás: o desafio. E também por isto a Web é fascinante. Pelo menos para mim, esta é de facto uma das reflexões que tem levado a um maior aprofundamento e pesquisa nos últimos anos.


É interessante observar como, por toda a Web, vemos variadíssimos casos de sites de sucesso e com marcas nascidas aí. Mas é bem mais escasso ver criação de projectos e marcas exclusivamente pensadas para a Web vindas de grupos de comunicação social. Talvez, no fundo, tudo se resuma ao facto de na Web – em Portugal – ainda não ser possível obter uma rentabilidade interessante com um projecto dedicado, fruto do investimento em recursos humanos e técnicos . Ou talvez o mercado publicitário na web ainda não esteja preparado e amadurecido.

Falava-se no início que o “jornal i” seria um projecto exclusivamente digital, mas depois lá veio o papel. A Sic e a Tvi posicionaram a sua aposta de informação na Web usando as marcas dos respectivos canais de cabo: Sic Notícias e Tvi24, com isto isto acarretando mais desvantagens que vantagens (opinião pessoal minha). E outros casos há em que sai mais reforçada a ideia de que na comunicação social a Web é mesmo mais uma extensão de marcas já existentes e a capitalização das mesmas, do que berço de novas. Olhando desde logo para o ranking Netscope, se excluirmos os  naturais portais, encontramos no top de sítios o  bem sucedido “Mais Futebol” e só depois na 28ª posição o Diário Digital. E depois disso temos de descer bem mais na tabela. Fala-se num projeto que nascerá em breve pela mão de Emídio Rangel, na rádio, imprensa, web e quem sabe TV; será interessante acompanhar aí, avançando o projeto, que estratégia neste campo das marcas foi definida e será implementada.

E com isto, vai-se escapando o tempo para abordar a questão dos conteúdos. Tão ou mais importantes para este debate. Mas deixo a questão de fundo,  para escutar as vossas opiniões, dúvidas, ideias e críticas.
A caixa de comentário abaixo é toda vossa!
;)

Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição

Para quem não viu, este é o vídeo publicitário que marcou a edição do clássico top de anúncios que anualmente se desunham para disputar a liderança no intervalo da mítica final de Futebol Americano. Chama-se “The Force”, é da Volkswagen e pretende apenas anunciar o novíssimo Passat em terras do Tio Sam, e para isso foi buscar um juvenil Darth Vader. Ora vejam:

A razão porque trago aqui o vídeo e escrevo este pequeno post, e porque até já levei o mesmo ao programa diário na Antena3 (Buzz), é que este pequeno Darth Vader conseguiu deitar ao chão, finalmente, a bacoca verdade absoluta de que alguma coisa só pode ir para a web depois de estrear em Televisão.

Ganhou a Volkswagen, e ganharam muitas agências que, depois deste caso, poderão já ter mais margem de manobra na definição e proposta estratégica aos seus clientes. Invertendo a lógica da ‘surpresa’, há milénios defendida por muitos doutos entendidos como o SantoGraal a não ser quebrado, a Volkswagen levou uma semana antes o anúncio para a web e conseguiu o que nenhum outro anúncio conseguiu, e que também passou no mesmo break.

Os valores de notoriedade estão muito acima do esperado. E sobretudo conseguiram que lá em casa, ao arranque da trilha sonora, as pessoas na sala parassem porque afinal alguém reconhecia aquela introdução e pedia a toda a família “para pararem e verem aquele anúncio engraçado que já o amigo da escola ou colega de trabalho havia mostrado no mail ou no facebook“. O contágio foi mil vezes maior. E sem esquecer o factor diferenciação, face a uma concorrência quem em peso decidiu seguir a norma.

Até as histórias em torno do anúncio se expandiram, com o próprio miúdo que dá vida ao little-tini-tiny Darth Vader (Max, de nome) a ir à Tv (abaixo).

Claro que para o ano isto já valerá muito menos (estamos todos a ver o seguidismo…), e claro quem nem sempre esta é uma boa estratégia. Mas fico satisfeito quando vejo cair alguns estigmas ou verdades absolutas e que vêm mostrar a mais gente que devemos equacionar sempre o que fazemos e o modo como o fazemos. Mesmo que esteja certo. E mesmo que já esteja a dar bons resultados. Porque fazer diferente e melhor é sempre possível.

A última vez em que vi isto acontecer foi no EuroFestival da Canção, com a força da equipa do comité europeu organizador a conseguir quebrar todas as regras que a maioria dos países ainda hoje seguem: revelam o palco semanas antes, mostram os vídeos com os ensaios das canções, abrem as portas a tudo e todos. E os números estão cá para mostrar como isso só foi benéfico. Na tv e na web.

Se a Volkswagen vendeu mais carros com o anúncio, a marca o saberá. Mas se a mim alguém vier dizer mais uma vez que “a receita está provada e funciona” e que “em equipa vencedora não se mexe”, prometo responder com um uísque e um “a tradição já não é o que era”, logo seguido de apelo ao jovem Max para que venha com a sua vestimenta de Darth Vader e os poderes de afastar tais mentes brilhantes do nosso caminho.

Aos que partilham da visão de nunca acreditar cegamente que tudo está feito: may the force be with you.

;)

 

 

NOTA de 3 JULHO 2011 – GREENPEACE SOCORRE-SE DESTE ANÚNCIO PARA CAMPANHA CONTRA A VW »

 

 

 

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Amazon.com vende mais livros em formato electrónico do que em papel

Durante a apresentação de resultados do último trimestre, a Amazon revelou que já vende mais livros em formato electrónico (ebook) do que em papel.
Por cada 115 livros vendidos em formato Kindle (com aplicações disponíveis para diversas plataformas), foram vendidos 100 em formato papel (no ano 2010).

Amazon.com is now selling more Kindle books than paperback books. Since the beginning of the year, for every 100 paperback books Amazon has sold, the Company has sold 115 Kindle books. Additionally, during this same time period the Company has sold three times as many Kindle books as hardcover books. This is across Amazon.com’s entire U.S. book business and includes sales of books where there is no Kindle edition. Free Kindle books are excluded and if included would make the numbers even higher.

Fonte: Amazon.com

A manter-se esta tendência, a previsão de Nicholas Negroponte de que os livros em formato físico vão morrer dentro de cinco anos pode estar certa.

Veja o anúncio do Kindle (vs outros tablets) :-)

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Apple: Campanha Macintosh 1984

Faz hoje 27 anos. No intervalo da final do Super Bowl, um anúncio de 1 minuto, uma obra-prima de 1.6 milhões de dólares, assinado por Ridley Scott, com a actriz de “Nikita” como protagonista, dizia ao mundo o que aí viria, dois dias depois: “A 24 de Janeiro, a Apple Computer introduzirá Macintosh. E você verá porque 1984 não vai ser como “1984””.

in Facebook – grupo: Bíblia dos anos 80 – post de João Pedro Bandeira

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