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Google+: Já permite páginas de marcas [Video]

A rede social do Google, Google+  já permite páginas de marcas.

Muitas marcas, empresas, media e blogs já aderiram às páginas no Google +.

Para seguir o Cibertransistor no Google+ clique aqui

Veja o video de apresentação desta nova funcionalidade:

Google+: Pages
John introduces Pages with a few thoughts on relationships with customers. Check out some ways we’ve been rethinking real-life sharing for the web at plus.google.com.
diaspora-social-network

A anunciada rede social DIASPORA abre finalmente ao público em versão ALPHA


Estou a escrever este texto à medida que experimento a rede social “DIASPORA”, acabadinho de entrar na própria depois de recebido o convite de um amigo no Gmail.

Como assinatura, a Diaspora resume-se assim: A free personal web server that implements a distributed social networking service 

Logo ali pelo endereço se percebe que estamos em testes – joindiaspora.com

 

 

 

 

 

Mas nem tudo é Alpha.
Por exemplo, as possibilidades de conexões a outras redes sociais como o twitter e o facebook já funcionam bem, tal como o número de línguas por onde adoptar, que é estrondoso, e o português bem afinadinho – muito embora sintamos que estamos em território brasileiro porque o tradicional e universal e facebookiano “GOSTO” foi substituído pelo “curtir”… :P

O funcionamento é em tudo similar ao clássico e copiado Facebook. Inclui de forma mais vincada as hashtags como no twitter. Obtive sempre erros quando tentei convidar alguém via email (ooops..) Mas mais importante que tudo, é a pergunta- porque deverei usar a Diaspora? Tal como já era “porque hei-de usar o G+”?

Sinceramente, não sei.
Ou pelo menos ainda não sei.
Mas também ainda não sei relativamente ao G+ (muito embora anteveja o grande potencial da rede da Google, se souberem tirar partido de todos os serviços Google já existentes e que tanto usamos).

Apesar de ter gostado do ‘ar’ amigável e do look&feel e das mensagens calorosas e bem-dispostas (ah, como tanto ensinaste, Flickr!), pouco ou quase nada me foi dito porque deverei ficar fielmente adepto desta rede social. E também, se o dissessem, talvez fosse igualmente um sinal estranho… Porque de uma forma ou de outra, depois de experimentar, é a mesma sensação que ao usarmos o G+: porque hei-de voltar?

No facebook, a razão é óbvia, sempre foi, como aliás tem sido sempre ou quase sempre numa rede social que experimenta o sucesso: porque lhe encontramos utilidade + porque está tudo lá. E estão todos lá. E aqui, o princípio da rede é o mesmo que já existe nas outras. Simplesmente partilhar o que se está a ver, a fazer, a pensar, etc, etc, etc…

Veremos, com o tempo, se algo mais se descobrirá e se esta rede social fará frente a alguma outra.

Amazon-Kindle

Amazon Kindle: A nova Rede Social

O Kindle da Amazon começou por ser um eReader de sucesso e foi o mote da Amazon, para redefinir a indústria do livro electrónico (eBook). No mês de Setembro,  Jeff Bezos - fundador e CEO da Amazon apresentou o Kindle Fire e entrou com este dispositivo no mercado dos tablets, perdendo cerca de 10 dólares por unidade, mas ganhanado na venda de conteúdos (livros, aplicações, filmes, música, etc).

A Amazon criou aplicações Kindle para todos os dispositivos: iPad, iPhone, Android, Blackberry, Windows Phone, PC, Mac e Web (HTML5) e o número de unidades de eBooks vendidos na Amazon ultrapassaram os livros impressos no início deste ano.

Para quem já experimentou ler livros em formato Kindle, reparou que por vezes há zonas sublinhadas a tracejado, que indicam que outros leitores do mesmo livro sublinharam determinada zona. O “poder da nuvem” da Amazon começou a mostar que estava lá e que o CRM e Data Mining se mantêm também no Kindle como um dos principais pilares de sucesso do negócio  da Amazon. Recentemente, passou a ser possível partilhar excertos dos eBooks nas redes sociais Facebook e Twitter. Até aqui não havia surpresas, mas o sublinhado tracejado indiciava que o princípio de uma rede social podia estar a ser construído enquanto entusiasmados líamos os eBooks Kindle :-)

Ou seja, a Amazon sabe o que compramos, o que lemos, o que sublinhamos e as notas que colocamos no eBook.
E como que por “magia” o Kindle transforma-se numa rede social, que podia ter como slogan “Diz-me o que lês, dir-te-ei quem és” :-)

Leia, sublinhe, comente, siga e seja seguido em: Kindle.Amazon.com

E o que anda a ler Jeff Bezos? Aqui está a resposta. :-)

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New site on the block: THE VERGE

Depois de Joshua Topolsky ter fundado o ENGADGET, e enquanto andava pelo This is My Next (casa temporária que afinal agora pura e simplesmente redirecciona para o The Verge), aqui está finalmente o apregoado e previamente anunciado e agora confirmado novo projeto:

The Verge »

Tudo o que precisam saber sobre o site, que se virá juntar certamente ao topo de sites do género a par do Mashable, Engadget ou TechCrunch está aqui nos links abaixo:

Mensagem de Topolsky no recém inaugurado “The Verge” »

Confirmação e anúncio do projecto »

Joshua Topolsky na Wikipedia »

Já espreitaram? Acham que irá vingar? Até já guardaram nos favoritos?
As vossas opiniões e comentários são bem-vindos – usem a caixa abaixo:

TV-Ratings

Audiências televisivas e redes sociais


Depois de uma sessão muito interessante a convite do Bruno Figueiredo, onde pude partilhar para um sector muito a leste das questões ligadas à Comunicação Social o que para nós é o impacto das redes sociais, eis senão quando ele mesmo, instigado pelo tema, me partilha nova ligação relacionada: The Relationship Between Social Media Buzz and TV Ratings

De facto tenho recebido cada vez mais textos do género. E não há como fugir. As redes sociais podem ser um barómetro do sucesso de um programa de televisão ou de rádio, como podem ser um engano. Podem ajudar-nos a identificar os conteúdos mais afinados para o nosso público-alvo, ou podem ser erróneas se não analisarmos quem escreve e porquê. Podem, como qualquer ferramenta, ser úteis. Mas acima de tudo, na nossa equipa, acreditamos que as redes sociais devem ser uma extensão natural dos programas.


Antes de procurarmos aumentar audiências, procuramos maximizar o envolvimento com o núcleo duro de fãs de um programa, os espectadores assíduos, a turma que nos explica tanto quanto nós tentamos fazê-lo, aqueles com quem nos sentimos tão à vontade que sabemos, no mural de um facebook ou twitter, que estamos entre amigos.Encontrados e conquistados estes, sabemos que a partir daqui podemos ambicionar mais do que isso. Mas sem isto, e por mais que alguns achem que isto é apenas uma visão romântica do negócio, não é. É a mais pura das razões de sucesso de projetos como o “5 Para a Meia-Noite” ou o “Último a Sair”. Claro que além destes nem em todos se aplica a mesma escala. Mas na génese, está lá.

Analisando friamente os números, e como esta ligação acima também comprova, está ainda longe o cenário de poder fazer correlações do género em targets acima dos 35 anos. E essa ainda é uma das maiores dificuldades para se generalizarem estas ideias. Quem nos dera! Mas infelizmente, basta olharmos para as audiências televisivas mais em detalhe. Um programa de cabo e num canal com um target bem afinado como por exemplo a Sic Mulher, torna-se mais simples fazer esta análise. Sobretudo se ainda por cima, programa e canal, têm excelente afinidade com muito do público que também usa as redes sociais, e natural é portanto ligar o sucesso de um “Querido Mudei a Casa” e até conseguir fazer um paralelismo com os 225.000 seguidores no facebook.

O mais difícil, porém, é em programas e canais generalistas, onde a dispersão de targets por vezes é enorme não apenas nos grupos etários como também ao nível da região. E aqui, seria excelente de facto podermos tirar ligações imediatas, mas nem sempre isso sucede. Vamos, portanto, acompanhando os estudos e o desenvolvimento de conhecimento nesta área. E naturalmente, com o tempo, ganhando maior massa crítica e base de estudo para cimentar mais decisões ao nível da produção de conteúdos e programação dos mesmos, tendo por base as redes sociais.

O que a ligação das redes sociais com os programas e a sua audiência também têm despertado é uma necessidade premente de ter tempo, para analisar constantemente o feedback e conseguir fazer a partilha e degustação do mesmo. E tempo, infelizmente, escasseia cada vez mais.

Não surpreende, portanto, que projetos televisivos nos Estados Unidos tenham, nas suas equipas Web, cerca de 11 ou 8 ou 6 elementos – dedicados. A produção televisiva em cima da atualidade e com a capacidade de afinação permanente ao gosto dos espectadores exige cada vez mais recursos diferentes de um processo que, antes, se fazia ao longo de meses e se afinava de uma temporada para a seguinte. Os números, agora, fazem-se muitas vezes ouvir de um episódio para o outro. E as redes sociais são mais uma fracção que acabam de entrar numa fabulosa equação que nem sempre é fácil resolver no tão curto e sobrecarregado espaço de tempo que hoje em dia todos vivemos.

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Facebook: Ninguém quer comprar acções…

As acções do Facebook, são transacionadas no mercado secundário em leilão e pela primeira vez ninguém quis comprar! A conjuntura económica não pode ser a justificação…

Michael Arrington, reparou neste facto e publicou o seguinte post no seu blog pessoal- Uncrunched:

SECONDMARKET FACEBOOK AUCTION #43 FAILS TO CLEAR ANY SHARES

All this year TechCrunch and others were covering the weekly SecondMarket auctions for Facebook stock. 2.7 million shares, for example, cleared in aggregate the first five auction at prices ranging from $21.01 to $28.26 per share.

The auctions have continued, but there haven’t been the dramatic price increases or decreases needed to trigger the rabid coverage. But today, for the first time I believe, SecondMarket was unable to clear any shares at all in the auction.

The weighted average offer price for this week’s auction was $33.91, roughly in line with the clearing price for last week’s auction. But the weighted average bid price was just $28.15. Zero shares cleared the market, meaning no shares changed hands.

Why? The WSJ article this week pouring cold water on rising startup valuations, and suggesting that venture cash was drying up, was almost certainly the cause. Whether or not there was much truth to the article, things like that can and do freak buyers out and cause them to step back. No one wants to buy at the top of the market.

What really matters is whether or not things pick back up next week or the week after. And whether or not sellers will take lower prices in the $20s to cash out of Facebook.

facebook-logo

Facebook com aplicação para iPad

Finalmente o Facebook disponibilizou a aplicação para o iPad.

Com boa usabilidade e com quase todas as funcionalidades do site disponíveis na aplicação. Digo, quase porque falta a videochamada integrada com Skype , que seria simpático para os utilizadores de iPad 2.

Mais informação e download aqui: http://www.facebook.com/mobile/ipad

markzuckerberg-chinelas

Facebook: Uma mudança radical [Video]

O evento do Facebook para programadores - f8 , começou com o ator Andy Samberg a imitar o fundador e CEO do Facebook – Mark Zurckerberg.
Um momento, de humor interrompido por Mark Zurckerberg :-)
Veja o video com o início do evento:

 

Mark Zuckerberg, seguiu depois com a  apresentação onde mostrou uma alteração profunda e radical ao Facebook.

A melhor forma para descrever todas estas alterações e novidades, é:
Como uma Rede Social se transforma num grande ecossistema de entretenimento e comércio electrónico (de bens e serviços digitais).

Um redesign total com uma excelente usabilidade e com muito, mas muito, mais conteúdo.

Veja o vídeo de uma das novas funcionalidades: Timeline


Timeline is your collection of all the top photos, posts and apps that
help tell your story. Learn more at http://www.facebook.com/about/timeline.

Relacionados:
Apple, Google, Amazon e Facebook: “O bando dos quatro”

O quinto poder

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