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Pinterest: A nova rede social [Infográfico]

A rede social Pinterest apresenta um crescimento impressionante, nunca antes visto referiu Gian Fulgoni chariman e co-fundador da Comscore (que mede e analisa audiências), em entrevista ao programa Bloomberg West esta semana. Até agora, o Pinterest demonstrou uma taxa de crescimento impressionante pois foi o mais rápido até hoje a chegar aos 10 milhões de utilizadores. Para além deste factor,  há também várias as diferenças de perfil dos utilizadores desta rede social quando comparado com outras, com destaque para uma forte audiência feminina.

Gian Fulgoni, chairman and co-founder of ComScore Inc., talks about growth at Pinterest and the outlook for the social-networking website. He speaks with Emily Chang on Bloomberg Television‘s “Bloomberg West.” (Source: Bloomberg)

Marc Andreessen é um dos investidores desta nova rede social, motivo mais do que suficiente para estarmos atentos a este projecto. Para os mais novos, vale a pena recuar na História e recordar que Marc Andreessen, foi um dos criadores dos primeiros browsers : Mosaic e Netscape é ele o responsável por podermos navegar na Internet em modo gráfico e hoje é uma das personalidades mais influentes e respeitadas em Sillicon Valley.

Algumas marcas já começaram a marcam presença nesta rede social, como são o caso da Coca-Cola, Starbucks, Nike, Adidas, Microsoft e também políticos, como é o caso de Barack Obama. Não podia faltar também o blog de referência Cibertransistor.com :-)

Veja o infográfico com os principais indicadores sobre o Pinterest:

Relacionados: 

- Bloomberg Game Changers: Marc Andreessen

exportaçõesdigital

Media e entretenimento: O novo sector exportador

No início deste mês, Mira Amaral, ex-ministro da Indústria e Energia, em declarações à TSF recordou que as metodologias do relatório de Michael Porter sobre a competitividade nacional continuam válidas. Relatório esse, que focou a importância das indústrias tradicionais, mas como o próprio Mira Amaral referiu em entrevista à revista Fortuna em Dezembro de 1993: “O estudo analisa os sectores tradicionais mas é omisso sobre os futuros”.

Hoje, já sabemos que muito mudou nos últimos anos e que nos próximos as mudanças serão mais rápidas e que vão surgir novas indústrias e novos mercados.

As indústrias tradicionais podem e devem ser uma aposta. Mas, as plataformas digitais abrem novas portas para a exportação em sectores onde a criatividade e o talento são vantagens competitivas. A nossa História está repleta de bons exemplos onde nos destacámos pela inovação, criatividade e talento.

Podemos destacar-nos nos mercados de aplicações, videojogos, filmes, músicas, livros e conteúdos informativos e de entretenimento (e sempre que possível com tradução para diversas línguas).

O potencial de negócio da indústria de media e entretenimento apresenta perspectivas de crescimento sustentado em todo o mundo para os próximos anos, sendo a distribuição digital um catalisador para a criação de um novo sector exportador.

Porque não criarmos o próximo “Angry Birds em Coimbra ou o próximo “Farmville” em Braga? Terão os finlandeses ou norte-americanos mais criatividade e talento do que nós? Não pode o nosso cinema ser um sucesso na China ou França? E os livros dos nossos autores serem best sellers nos Estados Unidos?

A indústria de media e entretenimento é uma oportunidade efetiva e atual de incrementar as exportações. Para isso, é importante que o governo e os investidores tenham esta visão, de forma a que daqui a vinte anos, esta possa ser considerada uma das indústrias tradicionais com peso relevante nas nossas exportações e que seja também uma forma de afirmação e reposicionamento económico de Portugal no mundo.

Video: Michael Porter sobre as cinco forças da competitividade que definem a estratégia

 

Publicado também nos jornais Diário de NotíciasMeios & Publicidade e no blog Portugal, um “Cais do Mundo”

mashable

CNN compra Mashable por 200 Milhões de dólares [rumor]

O blogger Felix Salmon da Reuters, que está a acompanhar o SXSW - South by Southwest Music Conference and Festival conseguiu  o junto de uma fonte saber que a cadeia de televisão CNN vai comprar o site Mashable por mais de 200 milhões de dólares. O anúncio oficial será feito amanhã de acordo com a mesma fonte de Felix Salmon.

Pete Cashmore, fundador do Mashable colabora regularmente com a CNN e por isso a confirmar-se não é uma surpresa e é coerente com o investimento na área de conteúdos e aplicações digitais, recordo que em Agosto do ano passado, a CNN adquiriu a aplicação Zite.

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O Futuro da edição explicado num livro da O’Reilly

Sabemos há muito que a O’Reilly é a editora que mais vezes importa ler para conhecer o esqueleto da tecnologia digital . Daí que não tenha surpreendido quando lançou gratuitamente um livro sobre o mais recente software da Apple para a edição e publicação de livros, o iBooks Author. Nem tão pouco surpreendeu que tenha decidido oferece-lo para ganhar posição neste importante território que depois poderá capitalizar com novos títulos. Tanto mais que tinha feito exactamente o mesmo com um livro sobre o ePub3.

A O’Reilly sabe em que águas está a nadar, não restavam dúvidas. Mas a sua lucidez e capacidade de antever o futuro chegou-me hoje por email. Quando eu ainda tinha o livro “Publishing with iBooks Author” à espera de uma tarde de sol para ser lido, recebo um email da editora com uma actualização do livro. Os termos da publicação na plataforma iBooks mudaram, deixando de haver um preço mínimo para a publicação, pormenor bastante relevante, e, a editora imediatamente actualiza o seu livro. Ora, um gesto tão simples garante que a mesma publicação que tinha aberto a primeira picada numa território virgem de manuais, seja ainda assim a publicação mais actualizada. Onde é que já vimos isto? Provavelmente nunca vimos mas pouco interessa. A pergunta relevante é: onde é que vamos ver isto? A resposta é evidente: por toda a parte, em especial nos livros técnicos, o território da própria O’Reilly e principal vocação do iBooks Author.

* também pode encontrar este post no blog Tê-Xis-Tê

laTribune-30-1-2012

La Tribune termina a edição em papel

O jornal de economina francês La Tribune, fundado em 1985 publica hoje a última edição em papel. O futuro passa agora pelas plataformas digitais.

Na sua última edição em papel, com uma capa em fundo negro e um jornal a arder pode ler-se: “La Tribune vous salue bien!” . No interior um especial de oito páginas com a história do jornal onde se incluem agradecimentos, testemunhos e homenagens.

Este jornal teve ao longo dos últimos anos, uma história conturbada com diversas mudanças de proprietários provocada pela dificuldade em conseguir resultados que viabilizem economicamente o jornal.  Em processo de liquidação judicial desde Dezembro de 2011. Hoje, o tribunal aceitou a proposta de compra do grupo France Economie Régions (que detêm algumas publicações de economia regional) que associado com a central de venda de publicidade on line Hi-Media, assumirão a gestão do La Tribune.

Valérie Decamp, Presidente e Directora Geral do La Tribune, escreveu: “Que tal como têm por hábito referir, a a Economia de amanhã, escreve-se hoje. Da mesma forma, o La Tribune de amanhã controi-se hoje com um novo projecto e novo proprietário.

Click

CTR – Clickthrough Rate. Para que serve?

Se fosse por mim acabava-se hoje mesmo com o CTR como indicador de performance das campanhas digitais.

Há dois anos atrás juntei a minha equipa de media digital e disse que daí em diante os relatórios das campanhas digitais deviam ter um slide com “RIP – CTR”: o CTR morreu! “Não quero ver mais gráficos com CTRs ”. Como é óbvio, isto levantou uma acesa discussão e ainda hoje vejo slides de acompanhamento e reporting com taxas de CTR. É certo que hoje aparecem com menor importância gráfica, mas mesmo assim ainda lá andam. Provavelmente disfarçam a coisa na esperança que eu não veja.

Quanto visto a personagem “cliente”, apercebo-me do ridículo que é ter uma campanha com um milhão de impressões que apenas gerou 5.000 clicks – 0,5% CTR. Fica-se com a sensação que a montanha pariu um rato. Tantas impressões (aliás é difícil de imaginar 1M de impressões) e tão poucos clicks.

Por isso defendo que o CTR nem deveria existir. Quando brinco em relação ao assunto levo isto um pouco mais longe. “Os banners não deveriam ser clicáveis” (passam-se). Os anúncios de imprensa não o são. Nem os outdoors. Nem nenhum dos outros anúncios colocados nos restantes meios tradicionais.

Se queremos “vender” CTRs, ou clicks, pois no final é disso que se trata, deveríamos poder compara-los com os clicks que se fazem nos outros meios – ou utilizar quaisquer outras métricas de conversão que façam sentido. Se não é possível comparar com, por exemplo, o anuncio de imprensa, mais vale procurar outros critérios quantitativos e/ou qualitativos que possam medir o interesse pela publicidade digital. Uma coisa é certa, já se fazem anúncios de imprensa há muito tempo, e nunca, mesmo nunca, se soube que alguém tivesse “clicado” num e tivesse sido “transportado” para uma loja, para um stand ou para um banco.

Mas afinal, o que é que mede o CTR?

Vale a pena começar por explicar que o CTR é o número de clicks no banner a dividir pelo número banners servidos (ou visualizados). Como exemplo serve o seguinte: 1% CTR quer dizer dos 100 banners vistos apenas foi clicado um. Face ao exposto, o CTR apenas mede o interesse que o utilizador teve no momento que viu o banner (anuncio). Interesse esse que pode ser influenciado pela criatividade, pelo formato ou pelo contexto onde apareceu o banner.

Quando as campanhas digitais são servidas por AdServers (servidores de banners) é possível avaliar, entre muitas outras coisas, a eficiência da campanha. Os AdServers permitem saber quantos post-clicks e post-impressions teve a campanha. O primeiro indicador quantifica o número de conversões que foram feitas por quem clicou no banner, e o segundo, quantas conversões foram feitas por quem esteve exposto ao banner mas não clicou. “Conversões” neste contexto, podem ser várias coisas: páginas do site, compra de produtos online, registos,… na verdade tudo o que se quiser definir como conversão na altura do setup da campanha.

Ou seja, podemos ter campanhas com taxas de CTR baixas mas com uma elevada eficiência na conversão. O que sucede bastantes vezes mais do que se imagina.

É por tudo isto que defendo que o CTR não é referência correcta para aferir a performance das campanhas digitais.

PS: Infelizmente, para a media tradicional, o CTR é coisa que não lhe assiste.

Google Analytics

Bounce Rate. Quando é que vale a pena avaliar este indicador?

Quando se analisam as estatísticas de um site identificam-se as seguintes origens dos acessos: motores de busca, links externos e links directos – que é o número de acessos através do endereço do site.

Para além destes dados, as ferramentas de monitoring permitem saber o nº de páginas, visitantes, sistema operativo…. até ao mais ínfimo detalhe, como por exemplo, numa determinada página qual foi o nº de utilizadores que a consultaram e tempo médio de permanência nesta página.

Não consigo fazer, apesar da longa experiência que tenho no tema, uma análise qualitativa sobre determinado site sem que faca antes um estudo profundo sobre o site. Importa neste estudo perceber a forma como o site foi programado, que tecnologia foi utilizada, a estrutura e, quando necessário, se quiser analisar uma página específica desse site, tenho que ver essa página “aos olhos” do utilizador. Ou seja, 30 segundos de média de consulta duma página (que é o valor que me dá a ferramenta de monitoring) por si só não me permitem concluir coisa nenhuma. O que será muito diferente se eu consultar essa página e vir que apenas tem um parágrafo de texto. Nesta situação poderei concluir que a página foi lida – o que num contexto de mensagem tem seguramente outra valorização.

Ou seja, as análises qualitativas dos sites são processos demorados, dão trabalho a fazer e quando são feitas do ponto de vista da comunicação (digital) têm outro encanto.

Voltemos ao inicio deste texto: origem dos acessos a um site.

Em geral os sites de marcas com elevada notoriedade têm mais tráfego directo e, se tiverem ferramentas ou informação promocional (o que acontece tipicamente com sites de produtos de consumo), têm também uma elevada percentagem de acessos com origem em links externos. Nestas situações os acessos com origem nas listagens orgânicas dos motores de busca têm pouco protagonismo nas estatísticas.

Nos sites que “servem” muito conteúdo as percentagens invertem-se. Quando existem muitas páginas indexadas nos motores de busca existem consequentemente mais acessos ao site com essa origem. Se não fosse assim seria estranho. Por outro lado, quando isto sucede, as taxas de bounce rate são provavelmente mais elevadas. O que deixa muita gente preocupada mas, sinceramente, é uma falsa questão.

Segue uma breve explicação técnica.
50% de bounce rate duma página quer dizer que metade dos utilizadores dessa página entraram na página mas não viram mais nenhuma página do site. E qual é o problema de ter uma bounce rate elevada? Provavelmente NENHUM! Se essa página for uma página com informação especifica sobre determinado assunto, que foi despoletada por um link numa página de resultados duma pesquisa num motor de busca, se essa página tiver apenas um paragrafo de texto e, tiver tido 30 segundos de média de consulta, passou seguramente a mensagem que tinha a passar.

Então para que serve a Bounce Rate?
No caso que dei como exemplo, para nada. Contudo, se essa página for a home page do site, então é um problema grave!

iBooksAuthor

Apple reinventa indústria do livro [Video]

Ontem no Museu Guggenheim em Nova Iorque, a Apple mostrou como vai revolucionar a indústria do livro com um especial foco no ensino.
A aplicação iBooks Author disponível gratuitamente na App Store para os computadores Mac, simplifica a forma de criar e publicar livros electrónicos com (eBooks) na iBookstore.

A possibilidade de inclusão de elementos multimédia(imagens interactivas, video, apresentações, elementos 3D e HTML) de uma forma simples e acessível a todos é uma das grandes novidades.

Outra das novidades apresentadas ontem foi a aplicação iTunes U para iPad e iPhone, que permite às escolas e universidades a disponibilização de cursos em formato video e em eBooks que permitem seguir o plano de estudos do curso e promovem a interactividade entre professores e alunos.
E desta forma a utilização de iPads nas instituições de ensino vai aumentar (apenas 12% dos alunos nas universidades americanas têm iPad, há por isso, muito espaço para crescer).

A entrada no mercado dos livros electrónicos é ainda liderada pela Amazon, mas com estas novidades a Apple pode (e é certamente o seu objectivo), assumir a liderança deste negócio. A grande aproximação ao ensino e o facto de utilizar formato standard (ePub) serão os fatores decisivos para o sucesso.

Por outro lado, a Amazon, não permite nos dispositivos Kindle esta riqueza de conteúdos multimédia e interactividade. O formato dos ebooks Kindle ser proprietário e não standard são o “Calcanhar de Aquiles” que a Apple percebeu e está também a “pisar”. O formato Kindle 8, apresentado a 11 de Janeiro, tenta com o recurso a HTML5 e CCS 3 resolver algumas destas lacunhas, mas está ainda longe das possibilidades do formato standard – ePub – utilizado pela Apple.

bits

GRP’s digitais. Isto existe?

Sou da opinião que as métricas digitais se devem aproximar das métricas de pré e pós- avaliação dos media tradicionais. É expectável (e mais do que aceitável) o shift do investimento em TV para o digital, pois tanto o pré-roll de vídeo como o vídeo in-banner, são comparáveis aos spots publicitários – isto é já óbvio para os publishers, para as agências e também para (alguns) anunciantes.

Do ponto da exclusividade e do focus de atencão julgo que é defensável que o in-banner vídeo é o equivalente ao spot Tv standard e que o pré-roll de vídeo se parece mais com o spot exclusivo (para quem não sabe é aquele spot no meio do programa).

Vejamos isto na lógica da media TV utilizando o GRP como referência. Vale pena, antes de avançar no raciocínio, explicar o que é um GRP. Resumidamente 1 GRP equivale a 1 contacto com 1% do target. Dito assim parece simples, porém é um pouco mais complicado pois na equação surgem duas variáveis: frequência (OTS) e cobertura (% do target que a campanha contacta). Para saber o número de GRPs multiplicam-se as OTS pela % de cobertura do target. Assim, e espero que isto ajude quem está menos familiarizado com o assunto, podemos ter 50 GRPs se tivermos 10 OTS e 5% de cobertura do target ou 5 OTS e 10% de cobertura. A escolha entre uma e outra opção depende dos objectivos e da estratégia de media.

A avaliação do pré-roll e do in-banner vídeo pode e deve fazer-se com GRPs seguindo o calculo descrito anteriormente.

A título de exemplo vou exemplificar com um exercício simples.

Colocamos no “ar” (leia-se em sites seleccionados com elevada afinidade com o target) uma campanha com 100.000 impressões de vídeo e com um capping de 2 (nº máximo de impressões por utilizador). Vamos assumir que 80% do perfil de utilizadores dos sites que escolhemos estão no target da campanha.

Temos assim os seguintes dados para avaliação:
a)    Nº total de impressões: 100.000
b)    Nº total de impressões servidas no target: 80.000
c)    Nº de indivíduos contactos: 50.000
d)    Nº de indivíduos do target contactos: 40.000
e)    Nº de indivíduos do target no universo (ie em PT): 200.000

Com base nestes dados podemos calcular os GRPs.
2 OTS (b/d) X 20% Cobertura (d/e) = 40 GRPs

Importa acrescentar que no caso do pré-roll de vídeo qualquer avaliação que seja feita falha por defeito. Porquê? Porque OTS quer dizer “opportunity to see”e, no caso do pré-roll de vídeo, as impressões que foram entregues foram seguramente vistas pelo utilizador pois não existe a opção de “skip ad”.

Para além disto, o focus de atenção é elevadíssimo – o que de nada nos serve entre termos de avaliação por GRP porque o cálculo não é valorizado por indicadores qualitativos.

Vai para além do bom-senso (se bem que existem estudos que asseguram este facto) que o consumidor é cada vez mais digital, pois passa cada vez mais horas na net e, sobretudo, é cada vez mais um individuo multimeios (on e offline). Face ao exposto, do ponto de vista de consumo de meios é um facto reconhecido que os consumidores estão exposto à publicidade em todo o lado e a toda a hora – estejam no carro, no trabalho ou em casa.

Existem estudos que comprovam a existência de ganhos de eficiência (recordação de marca e mensagem) quando se utiliza o mesmo spot vídeo na TV e na Net.

Concluindo, do ponto de vista da comunicação todos os planos devem estar suportados por uma estratégia mix-media, privilegiando cada meio pela importância e relevância que têm junto do target.

Sobre os formatos de publicidade vídeo online?
Acredito na evidência: quando existe um plano de TV deve existir um plano de vídeo online.

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UltraViolet: Novo ecossistema

O consórcio Digital Entertainment Content Ecosystem (DECE),  que une 74 empresas tecnológicas e de Media, criaram o ecossistema com o nome comercial de UltraViolet – uvvu.com. A Amazon, anunciou ontem no Consumer Electronics Show (CES) que decorre em Las Vegas, que voltou a juntar-se a este consórcio.

O UltraViolet, já está disponível nos Estados Unidos e permitirá aos utilizadores clientes deste serviço ver filmes e programas de TV em dispositivos móveis, computador ou televisão através de Streaming, Download ou encomendar o DVD ou Blu-ray.

Esta não é a primeira iniciativa que junta empresas para distribuir conteúdos de video. O exemplo do hulu, que juntou a NBC, FOX e Disney não tem sido um projecto de sucesso nele apenas participam três empresas de Media… assim, são legítimas as dúvidas sobre o possível sucesso no UltraViolet onde participam muitas empresas que atuam em diferentes mercados e indústrias e terão objectivos diferentes neste consórcio. O que os une, será mais forte do que os separa? 

De fora deste consórcio, ficaram empresas como a Disney, Apple e Google.

apple+google

Apple e Google na disputa pelos direitos da Premier League

De acordo com o jornal inglês Daily Mail, a Apple e o Google podem estar a avaliar a compra de direitos de transmissão da Premier League (Liga de futebol Inglês).
A confirmar-se este rumor, é a entrada dos gigantes tecnológicos nos conteúdos (tal como já aconteceu com os operadores de telecomunicações no passado).
Os grupos de Media Sky (de Rupert Murdoch), ESPN (Disney) e Al Jazeera estarão também na corrida para a compra destes direitos.

Com a entrada no “leilão” dos gigantes tecnológicos Apple e Google a expectativa é que o valor por estes direitos de transmissão possa ultrapassar bastante o valor de 1.782 milhões de libras pago em 2009, pela SkySports e ESPN pelos direitos de transmissão de 2010 a 2013.

A aposta no mercado de televisão (equipamento) e distribuição de conteúdos da Apple e Google, são a justificação para a avaliação deste negócio.

A Apple TV (de segunda geração), já permite o acesso aos conteúdos (transmissão em directo e on demand) das ligas norte-americanas: NBA (National Basketball Association), NHL (National Hockey League) e MLB (Major League Baseball).

Este interesse da Apple, vem confirmar o reforço na aposta de televisão com um novo dispositivo que o mercado (investidores e consumidores) esperam que aconteça durante este ano.

E claro, que o Sir Jony Ive – Vice-Presidente Senior da Apple para o design industrial não gostaria de ser “obrigado” a ver a Premier League numa Google TV ;-)


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Descobrimentos 2.0

60seconds_main2

60 Segundos

Que as plataformas digitais estão, em crescimento acelerado já não é novidade. Mas, nem sempre temos uma noção clara do ritmo efectivo.

Os infográficos da Shanghai Web Designers e da GO-Gulf.com, ilustram bem o que acontece a cada 60 segundos.

Hoje, é assim… mas por cada dia que passa a velocidade do “carrocel” aumenta. Há quem já esteja “tonto”… e viva a Era Digital :-)

60 Seconds - Things That Happen On Internet Every Sixty Seconds

60 Seconds - Things That Happen Every Sixty Seconds

Did You Know That – In 60 SECONDS

 Search engine Google serves more that 694,445 queries

6,600+ pictures are uploaded on Flickr

600 videos are uploaded on YouTube videos, amounting to 25+ hours of content

695,000 status updates, 79,364 wall posts and 510,040 comments are published on Social Networking site Facebook

70 New domains are registered

168,000,000+ emails are sent

320 new accounts and 98,000 tweets are generated on Social Networking site Twitter

iPhone applications are downloaded more than13,000 times

20,000 new posts are published on Micro-blogging platform tumbler

Popular web browser FireFox is downloaded more than 1700 times

Popular blogging platform WordPress is downloaded more than 50 times

WordPress Plugins aredownloaded more than 125 times

100 accounts are created on professional networking site LinkedIn

40 new Questions are asked on YahooAnswers.com

100+ questions are asked on Answers.com

1 new article is published on Associated Content, the world’s largest source of community-created content

1 new definition is added on UrbanDictionary.com

1,200+ new ads are created on Craigslist

370,000+ minutes of voice calls done by Skype users

13,000+ hours of music streaming is done by personalized Internet radio provider Pandora

1,600+ reads are made on Scribd, the largest social reading publishing company

Did you know that these things happen within 60 seconds?

710 computers are sold worldwide and 555 of these computers are sold with Intel processors

1,820 TB of data is created; that’s enough data to fill up 2.6 million CDs

232 computers around the world get infected by malware

450 Windows 7 Cds are sold worldwide

925 iPhone 4s and 85 iPads are sold worldwide

11 Xbox 360 consoles are sold worldwide

18 Amazon’s Kindle Fire are sold worldwide

38 tons E-waste is generated worldwide

4,000 USB devices are sold worldwide

2,500 ink cartridges are sold worldwide

2,100 checkins happen on location-based social networking website foursquare

$75,000 is added to Google’s revenue

2 Million Internet users watch Porn Online

1.1 million conversations take place via instant messengers

103 Blackberries are sold worldwide

1,100 acres of land farmed in Farmville application

PayPal processes transactions worth $219,000; out of these, $10,000 is transacted via PayPal mobile

Around 950 purchases are done on eBay, out of which 180 purchases are done using eBay Mobile

12 websites get hacked and 416 attempts are made to compromise various Facebook accounts

1,400 movie discs are rented from the online movie rental service Redbox

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