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Amazon: O futuro escreve-se por linhas incertas…

A Amazon é das empresas tecnológicas (dot.com) que tem demonstrado maior dinamismo e capacidade de reinventar o seu negócio. Iniciou a sua operação apenas como livraria, mas hoje, é a maior loja on-line do mundo e transaciona todo o tipo de bens.

A Amazon teve um papel determinante na redefinição da indústria do livro com o eReader Kindle e o formato digital Kindle para os eBooks.

Recentemente, “atacou” os editores, seus parceiros de negócio, contratando diretamente alguns autores:

Amazon quer convencer autores de livros a dispensarem editoras
(…)Ao cortar etapas no processo de venda de livros, a maior loja electrónica do mundo decidiu começar a publicar estes autores seja através de livros electrónicos seja por livros tradicionais em papel.
Até ao final do Outono, a lista de publicações da Amazon deve ultrapassar a centena, estando entre os livros publicados obras de ficção, ensaio, biografias.(…)

Fonte: TSF – 17/Out/2011

Com o aumento de utilizadores de internet em diversos dispositivos, em particular nos dispositivos móveis (smartphones e tablets), a adesão às redes sociais e o aumento da propensão ao consumo de bens digitais (como é o caso dos eBooks), muitos players estão a entrar neste mercado. A Apple, por exemplo, em menos de um ano, entrou no negócio dos livros digitais através do iTunes, disponível para já em 32 países (onde se inclui Portugal).

O Facebook, também já tornou claro que para além dos filmes da NetFlix e da música do Spotify também irá vender livros (eBooks).

Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, sabe que está numa encruzilhada complexa com adversários de peso a entrarem nos mercados de venda de conteúdos, em especial conteúdos digitais. Por isso, está a “sacrificar” resultados de curto-prazo, o que justifica os resultados do último trimestre abaixo da expectativa. Bezos informou os acionistas e o mercado que este trimestre (normalmente um bom trimestre motivado pelo fluxo de compras do Natal), terá um prejuízo de 200 milhões de dólares, justificado pela necessidade de preparar a empresa para o futuro e defender a sua posição nos mercados onde actua.

A humildade e transparência de Jeff Bezos na gestão da Amazon merece ser aplaudida, pois pelo seu DNA 100% digital, sabe “navegar” em ambientes turbulentos como já aconteceu no passado com a crise da “bolha da Internet” em 2001. Mas agora, o contexto macroeconómico e os concorrentes Apple, Google e Facebook serão os seus principais desafios e o sucesso do passado não lhe dá garantia de vitória no futuro…

Nota: Artigo publicado nos jornais Diário de Notícias e Meios & Publicidade de 11/11/2011

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Amazon Kindle: A nova Rede Social

Amazon Kindle: Do E-reader ao tablet Fire [Video]

Jeff Bezos: Documentário – Game Changers – Bloomberg

Windows Phone 7

Estado e tendências da Internet móvel

Mais um infográfico da webhostingbuzz.com para ilustrar o estado e as tendências da internet móvel à escala global.

Números mais impressionantes:

  • 5,3 mil milhões de utilizadores (somos 7 mil milhões no planeta)
  • 90% do planeta tem cobertura de redes móveis.

Deixo-vos o infográfico disponível aqui.

The State and Trends of Mobile Internet

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Google+: Já permite páginas de marcas [Video]

A rede social do Google, Google+  já permite páginas de marcas.

Muitas marcas, empresas, media e blogs já aderiram às páginas no Google +.

Para seguir o Cibertransistor no Google+ clique aqui

Veja o video de apresentação desta nova funcionalidade:

Google+: Pages
John introduces Pages with a few thoughts on relationships with customers. Check out some ways we’ve been rethinking real-life sharing for the web at plus.google.com.
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Google: Resultados 3º trimestre 2011 [Audio]

A Google divulgou ontem os resultados do último trimestre, que ficaram acima da expectativa. E na pré-abertura do mercado as acções da Google (NASDAQ:GOOG) estão já a subir 6.62%.
A Google divulgou também que o número de utilizadores da rede social Google + ultrapassou os 40 milhões de utilizadores (ainda longe dos 800 milhões do Facebook).

Ficam aqui os principais indicadores da performance da Google no último trimestre:

Receitas: 9,72 mil milhões de dólares (expectativa de 9,60 mil milhões), 33% acima do período homólogo.

Resultado líquido: 2,73 mil milhões de dólares

Lucro por acção: 9,72 dólares (expectativa de 8,74 dólares)

Custos operacionais: 3,28 mil milhões de dólares que aumentou face ao período homólogo, devido à contratação de 2.585 novos funcionários no último trimestre, o que deixa pela primeira vez o Google com mais de 31 mil funcionários.

chart of the day, google full-time employees, oct 2011

Google’s headcount was up by 2,585 on a quarter over quarter basis for the third quarter of this year. It now employs 31,535 people.
On the earnings call, CEO Larry Page said, “We’re at the edge of what’s manageable with headcount growth.” In other words, Google can’t add more than 2,500 employees per quarter.

Fonte: Business Insider

Aqui fica a conferência de apresentação de resultados do Google:

Larry Page, Patrick Pichette, Nikesh Arora and Susan Wojcicki participate in Google’s Q3 2011 Earnings Call October 13, 2011

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Google Wallet [Video]

Em Maio, o Google apresentou o Google Wallet. Neste momento já é possível fazer pagamentos  com o Google Wallet em algumas lojas nos Estados Unidos aos clientes do operador Sprint com o modelo de telemóvel Nexus S 4G – Android, .

Veja o video de apresentação, com os engenheiros do Google Rob von Behren e Jonathan Wall, a apresentarem a aplicação que transforma o telemóvel numa carteira.

E conheça o primeiro cliente a utilizar o Google Wallet :-)

Mais informação em: http://www.google.com/wallet

organograma

Organogramas: Amazon, Google, Facebook, Microsoft, Apple e Oracle

O modelo de organização é um reflexo importante sobre a cultura e ADN, que são de dois factores relevantes para seu sucesso das organizações.

Manu Cornet, um engenheiro que trabalha noGoogle desenhou a sua perspectiva sobre o modelo organizacional das tecnológicas: Amazon, Google, Facebook, Microsoft, Apple e Oracle.
Apesar, da dose de humor esta ilustração não está longe da realidade :-)

Inspirado(a)?
Agora experimente desenhar o organograma da sua empresa, e claro, pode partilhar na caixa de comentários :-)

apple+google

Descobrimentos2.0

É verdade que a História se repete. A Era Digital que hoje vivemos é muito semelhante ao período dos descobrimentos nos Séculos XV e XVI.

No início do ano 2000, chegámos ao “Cabo das Tormentas”, com a “bolha da Internet”, e muitas empresas dot.com faliram, outras resistiram e novas nasceram.

Entretanto, muitos já dobraram o “Cabo da Boa Esperança”, mas há também “piratas” a atrapalhar e um “Tratado de Tordesilhas” desta vez não entre países, mas entre as empresas Apple e Google. Mas, a Amazon, Facebook e Microsoft podem atravessar-se no caminho, como nos aconteceu a nós Portugueses e aos vizinhos Espanhóis com outras nações (Holanda, Inglaterra e França,…).

Estas empresas, estão a liderar a criação de novos mercados e novas rotas de comércio (electrónico), com domínio de plataformas de distribuição de aplicações e conteúdos. É por isso, que assistimos a uma guerra importante de registo de patentes, que são as novas fronteiras e portagens que se criam nestes novos mercados e rotas.

O entusiasmo e sucesso das recentes ofertas públicas de aquisição (IPO´s) nas dot.com, que iniciaram com a rede social LinkedIn, depois com o motor de busca russo Yandex.ru e com a rádio online Pandora, explica-se pelo facto de estas poderem ser também importantes plataformas que podem gerar valor acrescentado nestes novos mercados e rotas de comércio.

Quanto pode valer para o Google ou Microsoft, a integração das suas aplicações no LinkedIn, ou seja, um mercado com 100 milhões de utilizadores profissionais e respectivas empresas? Tudo será resolvido com um “aluguer” ou com a compra do LinkedIn… claro, o preço de mercado ficou já definido, neste caso acima dos 8 mil milhões de dólares.

E a Pandora? Acumulou 90 milhões de dólares de prejuízo ao longo de 10 anos, e captou 90 milhões de utilizadores registados só nos Estados Unidos (cada utilizador custou 1 dólar a captar, nem ficou assim tão caro, com o “bónus” de uma excelente plataforma de distribuição de conteúdos). A Pandora é uma plataforma de rádio que será mundial e que vai ser ouvida em todos os dispositivos incluindo auto rádios. Qual o valor do mercado mundial de publicidade na Rádio (com possibilidade de segmentação geográfica, por dispositivo, por perfil e claro com interação)? Quanto pode a Apple, Google ou Amazon, pagar pelas músicas vendidas a partir da Pandora? Também aqui, teremos um futuro contrato de arrendamento ou venda…, para já o valor de mercado está quase em 3 mil milhões de dólares.

Espero, que como país de navegantes, os portugueses vejam esta nova Era Digital como uma oportunidade importante e interessante para saberem criar valor e dinamismo económico, pois somos um povo criativo e que sempre soube navegar com coragem e curiosidade para descobrir novos mercados.

Entrevista (audio) a Nuno Ribeiro – Gerir na Era Digital / Oficina do Verbo
Entrevista de Paulo Oliveira Lima realizada em Maio de 2011, no âmbito do Atelier de Técnicas de Entrevista, na Escola Superior de Comunicação Social.

Nota: Artigo publicado nos jornais Diário de Notícias e Meios & Publicidade de 15/07/2011


English version

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O direito a ser esquecido

Em Junho deste ano, a agência espanhola de protecção de dados pediu à Google que retirasse do seu motor de busca hiperligações de cerca de 90 pessoas. Segundo a Google, foi o primeiro pedido deste género. Até à data, a Google tem recorrido destes casos com sucesso.

Mas o que parece um pedido estranho vindo de um grupo de extremistas das leis de proteção da vida privada, pode transformar-se num novo direito: “o direito ao esquecimento”.

A Comissão Europeia prepara-se para lançar este ano um conjunto de leis que atribui maior poder aos cidadãos para apagar da rede informações pessoais anteriormente colocadas pelos próprios.

O furor legislativo encontra justificação na facilidade com que informações que antes eram difíceis de encontrar estarem agora à distância de qualquer um através de uma simples pesquisa na rede – mesmo as informações com vários anos e que constituem a nossa pegada digital.

Durante anos, a capacidade de reproduzir todos os passos da vida real no mundo virtual deu origem a relatos registados em filmes e livros como o “Total Recall”.

Quem não partilhar deste entusiasmo, poderá em breve pedir para ser excomungado do Facebook com o alto patrocínio de um decreto-lei.

Don’t be Evil” tem sido o lema do Google, mas a companhia já tem a sua “beast file” a circular no YouTube.

Relacionados:
O quinto poder 

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Google+: A caminho dos 100 milhões de utilizadores…

Segundo alguns rumores de mercado, o Google+ terá conseguido captar cerca de 4,5 milhões de utilizadores (ainda com convites a “conta gotas”), em menos de duas semanas.
Bill Gross, CEO da IdeaLab e um dos mais respeitados investidores em empresas “dot.com”, afirmou que o Google+ será o serviço mais rápido a atingir os 100 milhões de utilizadores.

Com o Google+, o Google valorizou cerca de 20 mil milhões de dólares em capitalização bolsista:

Fonte: TechCrunch

Vale a pena recordar o tempo necessário de outras redes sociais para atingirem os 100 milhões de utilizadores:
- LinkedIn (rede social profissional): 6 anos e 10 meses
- Facebook: 4 anos e 6 meses
- Twitter: 3 anos e 10 meses

Para o Google+ aceitam-se palpites sobre o tempo que vai demorar a atingir os 100 milhões de utilizadores.

Participe na votação:

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Facebook avança com integração do Skype para “responder” ao Google+

O Facebook, convocou para a próxima quarta-feita os jornalistas para um evento e tudo indica se trata de apresentar novas funcionalidades da rede social que já terá ultrapassado os 750 milhões de utilizadores registados em todo o mundo. A resposta à recente rede social do Google: Google +, e à funcionalidade Hangouts, que permite videoconferência pode ser o motivo desta apresentação.

Michael Arrington, fundador do Techcrunch e um dos bloggers mais bem informados de Sillicon Valley, refere que na quarta-feira pode ser a apresentação de uma integração entre o Facebook e o Skype, que foi adquirido pela Microsoft.
A Microsoft detêm 1,6% do Facebook, participação que adquiriu em 2007 por 240 milhões de dólares, e por isso, esta parceria pode ser também um passo importante para a Microsoft.

Earlier this week while visiting Seattle, Facebook CEO Mark Zuckerberg tipped off Seattle press that the company would be launching an “awesome” new product next week that has been built by Facebook’s Seattle team. The press invitations to that event went out today, saying nothing more than “Please join us for an event at Facebook” on July 6. So what is the new product?

(…)

The product has been built on Skype and will include a desktop component. It’s not clear to me whether that means it will just work if a user has Skype already installed on the computer, or if additional software will need to be downloaded even if the user already uses Skype. But it’s clear that there’s very deep integration between the products, and from the user’s perspective, the product will be an in browser experience.

Facebook and Skype have already been working together, including integration of various Facebook features into the Skype service.

But this is something else entirely. The partnership could substantially increase Skype usage. Facebook has more than 750 million active users. Currently Skype has just 170 million. And it will certainly help Facebook become even stickier for users as they start to have voice and video chat as an option to communicate.

And this also brings Facebook even closer to Microsoft, which is a Facebook shareholder and has a pending acquisition of Skype. The guys in Redmond must be smiling today, something that happens far too infrequently at Microsoft HQ.

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via TechCrunch

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Google+ : A Rede Social do Google

O Google+ é a rede social do Google que vai competir com o Facebook.
Para já, com acesso limitado a alguns utilizadores.

A mensagem que se encontra no site é a seguinte:

O Google+ encontra-se em Fase Experimental
Atualmente, estamos a efetuar testes com um pequeno número de pessoas, mas em breve o Projeto Google+ estará disponível para todos. Deixe-nos o seu endereço de e-mail e certificar-nos-emos de que será o primeiro a saber quando estivermos preparados para convidar mais pessoas.
Fica, para já, um dos videos de apresentação:
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Apple, Google, Amazon e Facebook: “O bando dos quatro”

Eric Schmidt presidente do Google abriu a conferência D9 do blog do AllThingsD.
Um dos momentos mais relevantes foi quando classificou as empresas Apple, Google, Amazon e Facebook, como o “Bando dos Quatro” :-)

Eric Schmidt justificou:
Parece-me que, se olharmos para a indústria de uma forma global, há quatro empresas que estão a implementar muito bem a estratégia de criação de plataformas. Obviamente uma delas é o Google, e as outras são a Apple, Amazon e Facebook.

Cada uma é uma forte marca para os consumidores, e que fornecem algo que não se pode fazer de outra forma.

O que é diferente neste momento é que, estas empresas são globais com um alcance económico que há 10 ou 20 anos era detido por uma empresa apenas (referência implícita à Microsoft).
Assim, a questão crítica é se estas empresas vão conseguir manter a qualidade de excelência acompanhando a evolução tecnológica.

Video:

Google Chairman Eric Schmidt kicked off the D9 Conference in Rancho Palos Verdes CA in conversation with AllThingsD’s Kara Swisher and Walt Mossberg June 1, 2011

Veja o video no site da conferência D9 com os principais destaques da entrevista

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