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Facebook: Mark Zuckerberg entra no Top dos mais ricos

Nunca o fim de um namoro foi tão valorizado… em Fevereiro de 2004, Mark Zuckerberg criou o Facebook como forma de “vingança” da sua ex-namorada.
Nada faria prever o sucesso alcançado pela rede social, hoje com mais de 850 milhões de ultilizadores registados.
O Facebook, alterou a forma como nos relacionamos e reencontramos. É também ponto de criação de ondas sociais de apoio e protesto.

Mark Zuckerberg, detêm 28,4% das acções do Facebook. Após a Oferta Pública de Venda (IPO – Initial Public Offer) do Facebook Mark Zuckerberg passará a ver as suas acções valorizadas diariamente, e entrará oficialmente para o top dos mais ricos como uma fortuna avaliada em 24,7 mil milhões de dólares.

Facebook’s S-1 filing last week revealed that founder Mark Zuckerberg still owns 28.4% of the company. Assuming Facebook is worth $87.5 billion — estimates put it between $75 and $100 billion — that translates into $24.7 billion for Zuckerberg, or enough cash to make him one of the ten wealthiest people in America.

Fonte: Business Insider

A história do Facebook já teve direito a filme -  A Rede Social de David Fincher.

primeiro programa “Game Changers” (Criadores de Mudança), do canal Bloomberg foi dedicado  Mark Zuckerberg.

Video – 1ª Parte:

Video – 2ª Parte:

“Bloomberg Game Changers” follows the career of Mark Zuckerberg, founder and chief executive officer of Facebook Inc. and one of the world’s youngest billionaires. This program features interviews with Tyler Winklevoss, Cameron Winklevoss and Divya Narendra, who accused Zuckerberg of stealing their idea for the social-networking website, Yuri Milner, chief executive officer of Digital Sky Technologies, Michael Wolf, former president and chief operating officer of Viacom Inc.’s MTV Networks, and David Kirkpatrick, author of  ”The Facebook Effect.” (PART 1)

 

Relacionados:

Facebook: Charlie Rose entrevista Mark Zuckerberg [Video]

“The Social Network” – David Fincher realiza o inicio do Facebook

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Amazon: O futuro escreve-se por linhas incertas…

A Amazon é das empresas tecnológicas (dot.com) que tem demonstrado maior dinamismo e capacidade de reinventar o seu negócio. Iniciou a sua operação apenas como livraria, mas hoje, é a maior loja on-line do mundo e transaciona todo o tipo de bens.

A Amazon teve um papel determinante na redefinição da indústria do livro com o eReader Kindle e o formato digital Kindle para os eBooks.

Recentemente, “atacou” os editores, seus parceiros de negócio, contratando diretamente alguns autores:

Amazon quer convencer autores de livros a dispensarem editoras
(…)Ao cortar etapas no processo de venda de livros, a maior loja electrónica do mundo decidiu começar a publicar estes autores seja através de livros electrónicos seja por livros tradicionais em papel.
Até ao final do Outono, a lista de publicações da Amazon deve ultrapassar a centena, estando entre os livros publicados obras de ficção, ensaio, biografias.(…)

Fonte: TSF – 17/Out/2011

Com o aumento de utilizadores de internet em diversos dispositivos, em particular nos dispositivos móveis (smartphones e tablets), a adesão às redes sociais e o aumento da propensão ao consumo de bens digitais (como é o caso dos eBooks), muitos players estão a entrar neste mercado. A Apple, por exemplo, em menos de um ano, entrou no negócio dos livros digitais através do iTunes, disponível para já em 32 países (onde se inclui Portugal).

O Facebook, também já tornou claro que para além dos filmes da NetFlix e da música do Spotify também irá vender livros (eBooks).

Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, sabe que está numa encruzilhada complexa com adversários de peso a entrarem nos mercados de venda de conteúdos, em especial conteúdos digitais. Por isso, está a “sacrificar” resultados de curto-prazo, o que justifica os resultados do último trimestre abaixo da expectativa. Bezos informou os acionistas e o mercado que este trimestre (normalmente um bom trimestre motivado pelo fluxo de compras do Natal), terá um prejuízo de 200 milhões de dólares, justificado pela necessidade de preparar a empresa para o futuro e defender a sua posição nos mercados onde actua.

A humildade e transparência de Jeff Bezos na gestão da Amazon merece ser aplaudida, pois pelo seu DNA 100% digital, sabe “navegar” em ambientes turbulentos como já aconteceu no passado com a crise da “bolha da Internet” em 2001. Mas agora, o contexto macroeconómico e os concorrentes Apple, Google e Facebook serão os seus principais desafios e o sucesso do passado não lhe dá garantia de vitória no futuro…

Nota: Artigo publicado nos jornais Diário de Notícias e Meios & Publicidade de 11/11/2011

Relacionados:
Amazon Kindle: A nova Rede Social

Amazon Kindle: Do E-reader ao tablet Fire [Video]

Jeff Bezos: Documentário – Game Changers – Bloomberg

Windows Phone 7

Estado e tendências da Internet móvel

Mais um infográfico da webhostingbuzz.com para ilustrar o estado e as tendências da internet móvel à escala global.

Números mais impressionantes:

  • 5,3 mil milhões de utilizadores (somos 7 mil milhões no planeta)
  • 90% do planeta tem cobertura de redes móveis.

Deixo-vos o infográfico disponível aqui.

The State and Trends of Mobile Internet

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Facebook: Charlie Rose entrevista Mark Zuckerberg [Video]

Charlie Rose entrevistou ontem e pela primeira vez no seu programa na Bloomberg o fundador e CEO do Facebook Mark ZuckerbergSheryl Sandberg COO.

Aqui fica um excerto da entrevista:

Preview of exclusive interview with Facebook Leadership: Mark Zuckerberg, CEO/Co-Founder & Sheryl Sandberg, COO

A entrevista na integra no site de Charlie Rose – Clique Aqui

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Audiências televisivas e redes sociais


Depois de uma sessão muito interessante a convite do Bruno Figueiredo, onde pude partilhar para um sector muito a leste das questões ligadas à Comunicação Social o que para nós é o impacto das redes sociais, eis senão quando ele mesmo, instigado pelo tema, me partilha nova ligação relacionada: The Relationship Between Social Media Buzz and TV Ratings

De facto tenho recebido cada vez mais textos do género. E não há como fugir. As redes sociais podem ser um barómetro do sucesso de um programa de televisão ou de rádio, como podem ser um engano. Podem ajudar-nos a identificar os conteúdos mais afinados para o nosso público-alvo, ou podem ser erróneas se não analisarmos quem escreve e porquê. Podem, como qualquer ferramenta, ser úteis. Mas acima de tudo, na nossa equipa, acreditamos que as redes sociais devem ser uma extensão natural dos programas.


Antes de procurarmos aumentar audiências, procuramos maximizar o envolvimento com o núcleo duro de fãs de um programa, os espectadores assíduos, a turma que nos explica tanto quanto nós tentamos fazê-lo, aqueles com quem nos sentimos tão à vontade que sabemos, no mural de um facebook ou twitter, que estamos entre amigos.Encontrados e conquistados estes, sabemos que a partir daqui podemos ambicionar mais do que isso. Mas sem isto, e por mais que alguns achem que isto é apenas uma visão romântica do negócio, não é. É a mais pura das razões de sucesso de projetos como o “5 Para a Meia-Noite” ou o “Último a Sair”. Claro que além destes nem em todos se aplica a mesma escala. Mas na génese, está lá.

Analisando friamente os números, e como esta ligação acima também comprova, está ainda longe o cenário de poder fazer correlações do género em targets acima dos 35 anos. E essa ainda é uma das maiores dificuldades para se generalizarem estas ideias. Quem nos dera! Mas infelizmente, basta olharmos para as audiências televisivas mais em detalhe. Um programa de cabo e num canal com um target bem afinado como por exemplo a Sic Mulher, torna-se mais simples fazer esta análise. Sobretudo se ainda por cima, programa e canal, têm excelente afinidade com muito do público que também usa as redes sociais, e natural é portanto ligar o sucesso de um “Querido Mudei a Casa” e até conseguir fazer um paralelismo com os 225.000 seguidores no facebook.

O mais difícil, porém, é em programas e canais generalistas, onde a dispersão de targets por vezes é enorme não apenas nos grupos etários como também ao nível da região. E aqui, seria excelente de facto podermos tirar ligações imediatas, mas nem sempre isso sucede. Vamos, portanto, acompanhando os estudos e o desenvolvimento de conhecimento nesta área. E naturalmente, com o tempo, ganhando maior massa crítica e base de estudo para cimentar mais decisões ao nível da produção de conteúdos e programação dos mesmos, tendo por base as redes sociais.

O que a ligação das redes sociais com os programas e a sua audiência também têm despertado é uma necessidade premente de ter tempo, para analisar constantemente o feedback e conseguir fazer a partilha e degustação do mesmo. E tempo, infelizmente, escasseia cada vez mais.

Não surpreende, portanto, que projetos televisivos nos Estados Unidos tenham, nas suas equipas Web, cerca de 11 ou 8 ou 6 elementos – dedicados. A produção televisiva em cima da atualidade e com a capacidade de afinação permanente ao gosto dos espectadores exige cada vez mais recursos diferentes de um processo que, antes, se fazia ao longo de meses e se afinava de uma temporada para a seguinte. Os números, agora, fazem-se muitas vezes ouvir de um episódio para o outro. E as redes sociais são mais uma fracção que acabam de entrar numa fabulosa equação que nem sempre é fácil resolver no tão curto e sobrecarregado espaço de tempo que hoje em dia todos vivemos.

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Facebook: Ninguém quer comprar acções…

As acções do Facebook, são transacionadas no mercado secundário em leilão e pela primeira vez ninguém quis comprar! A conjuntura económica não pode ser a justificação…

Michael Arrington, reparou neste facto e publicou o seguinte post no seu blog pessoal- Uncrunched:

SECONDMARKET FACEBOOK AUCTION #43 FAILS TO CLEAR ANY SHARES

All this year TechCrunch and others were covering the weekly SecondMarket auctions for Facebook stock. 2.7 million shares, for example, cleared in aggregate the first five auction at prices ranging from $21.01 to $28.26 per share.

The auctions have continued, but there haven’t been the dramatic price increases or decreases needed to trigger the rabid coverage. But today, for the first time I believe, SecondMarket was unable to clear any shares at all in the auction.

The weighted average offer price for this week’s auction was $33.91, roughly in line with the clearing price for last week’s auction. But the weighted average bid price was just $28.15. Zero shares cleared the market, meaning no shares changed hands.

Why? The WSJ article this week pouring cold water on rising startup valuations, and suggesting that venture cash was drying up, was almost certainly the cause. Whether or not there was much truth to the article, things like that can and do freak buyers out and cause them to step back. No one wants to buy at the top of the market.

What really matters is whether or not things pick back up next week or the week after. And whether or not sellers will take lower prices in the $20s to cash out of Facebook.

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Facebook com aplicação para iPad

Finalmente o Facebook disponibilizou a aplicação para o iPad.

Com boa usabilidade e com quase todas as funcionalidades do site disponíveis na aplicação. Digo, quase porque falta a videochamada integrada com Skype , que seria simpático para os utilizadores de iPad 2.

Mais informação e download aqui: http://www.facebook.com/mobile/ipad

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Facebook: Uma mudança radical [Video]

O evento do Facebook para programadores - f8 , começou com o ator Andy Samberg a imitar o fundador e CEO do Facebook – Mark Zurckerberg.
Um momento, de humor interrompido por Mark Zurckerberg :-)
Veja o video com o início do evento:

 

Mark Zuckerberg, seguiu depois com a  apresentação onde mostrou uma alteração profunda e radical ao Facebook.

A melhor forma para descrever todas estas alterações e novidades, é:
Como uma Rede Social se transforma num grande ecossistema de entretenimento e comércio electrónico (de bens e serviços digitais).

Um redesign total com uma excelente usabilidade e com muito, mas muito, mais conteúdo.

Veja o vídeo de uma das novas funcionalidades: Timeline


Timeline is your collection of all the top photos, posts and apps that
help tell your story. Learn more at http://www.facebook.com/about/timeline.

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O quinto poder

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