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PS Vita já à venda [Video]

A Playstation Vita já está à venda, com preços a partir de 249,99 € promete revolucionar a experiência na consola portátil da Sony.

O Spot publicitário está espectacular:
PS Vita – The World Is In Play (spot publicitário em Português)

Mais informação no site da Sony – http://pt.playstation.com/psvita/

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Infográfico: Rise of the Panet of the Apps

A App Annie publicou um infográfico com as 7 tendências mais importantes que identificaram na App Store durante 2011.

São dados muito interessantes sobre os mercados em maior crescimento, os mais monetizáveis e comparações interessantes entre diferentes modelos de negócio (pago vs. in-app purchases) e plataformas (iPhone vs. iPad).

Wall Street Sign

Vale a pena comprar acções da Apple, Microsoft,Google, Amazon ou Yahoo?

As empresas tecnológicas e dot.com, voltaram a estar na “mira” dos investidores, analistas e gestores de fundos.
Mas, há quem continue tentar negar as evidências e a não entender os mercados, os consumidores, o posicionamento atual, a estratégia e capacidade futura de a implementar.

Muitas vezes, estas análises são baseadas apenas em “Eu acho”, sem qualquer base credível e clara de análise.

A mais recente e absurda análise vi foi na CNBC no passado mês de Janeiro, quando Edward Zabitsky da ACI Research, referiu que mantêm a recomendação de venda da Apple e apontou para um preço alvo de 270 dólares! E nada o fez mudar de opinião, nem quando o jornalista da CNBC o confrontou com o comentário que fez em 2009 e a posterior evolução de resultados e cotação das acções das acções da Apple. É um daqueles casos em que ficamos com a ideia que ele não percebe nada do que está a falar… - Veja aqui o Video – Sell Apple Stock? Analyst Explains Why

Há uma dificuldade efectiva em avaliar empresas destas indústrias quando comparadas com outras mais “tradicionais”, pois actuam em mercados com grande dinamismo e permanente mudança. Nestes casos, os factores decisivos são a capacidade de liderança das equipas de gestão, o conhecimento e talento das dos quadros da empresa.

Aqui fica uma análise simples e “tradicional” sobre a Apple, Microsoft, Google, Amazon e Yahoo! com o mínimo de subjectividade, basta olhar para os números de cada uma das empresas:

Apple Microsoft Google Amazon Yahoo!
Price 493,42 30,5 605,91 185,54 16,14
Evalue 429,66 220,3 160,39 76,41 17,94
EV/EBITDA 9,45 7,35 11,38 44,68 12,2
p/book 4,77 3,44 2,76 9,85 1,43
EBITDA 45,45 29,99 14,09 1,71 1,47
Book 90,05 64,12 58,15 7,76 12,56
EBITDA/book 50,47% 46,77% 24,23% 22,04% 11,70%
ROE 45,58% 41,68% 18,66% 8,63% 8,44%
Cash 97,61 59,28 45,42 9,57 7,64

Nota: Ver definições abaixo

Dados a destacar:

  • A dimensão das empresas é diferente. Por exemplo, a Yahoo! tem uma capitalização bolsista 4 vezes inferior ao da Amazon, 9 vezes inferior ao da Google, 12 vezes inferior ao da Microsoft e mais de 23 vezes inferior ao da Apple.
  • Valor da empress face aos capitais próprios: 9,85 para a Amazon, 4,77 para a Apple; 3,44 para a Microsoft, 2,76 para a Google e 1,43 para a Yahoo!.
  • Significa isto que, o prémio pago pelos investidores face ao valor contabilístico dos activos está muito valorizado na Amazon quando comparado com as restantes. Ou os investidores acreditam que Jeff Bezos - CEO da Amazon – tem algum “coelho na cartola” que justifique esta enorme expectativa ou a Amazon está a cotar a um valor demasiado alto quando comparado com as restantes empresas.
  • A Apple gera mais do triplo do EBITDA da Google, mais de 30 vezes o EBITDA da Yahoo!, mais de 26 vezes o da Amazon, mas “apenas” mais 51% do que a Microsoft. Estes dados face à cotação de hoje dão origem a um rácio de 9,45 para a Apple,  7,35 para a Microsoft, 11,38 para a Google, 12,20 para a Yahoo! e 44,68 para a Amazon. Ou seja, mais um indicador de que a Amazon pode estar sobrevalorizada pelo mercado tendo em conta os resultados das operações (serão precisos mais de 44 anos para amortizar o investimento na Amazon) e o valor dos seus activos.
  • Por outro lado, o mercado avalia a Google e a Yahoo! de forma similar; estão dispostos a esperar entre 11 a 12 anos para pagar o investimento que estão a fazer; enquanto que na Apple para “amortizar” o investimento feito na empresa têm que esperar um pouco mais de 9 anos e de acordo com os resultados das operações face ao valor de mercado, a empresa que está mais barata é a Microsoft (7,35 anos).
  • Significa que, se o mercado olhasse para as empresas com os mesmos critérios e as mesmas expectativas, a Apple, face aos seus resultados, deveria estar a cotar entre os 594 e os 637 USD e a Microsoft entre os 47,2 USD e os 50,67 USD. Evidentemente que este rácio mede também as expectativas face aos resultados futuros e à evolução do EBITDA e nessa medida a expectativa face à evolução dos resultados da Apple é maior do que face aos resultados da Microsoft.
    A Amazon como referi anteriormente está noutra escala… 44 anos para amortizar o investimento!
  • Olhando agora para o valor contabilístico dos capitais próprios, ou seja, o valor investido pelos accionistas, quer em capital, quer em retenção de lucros, face ao rendimento gerado, a Apple e a Microsoft não têm concorrentes à altura. E no caso da Apple, os capitais próprios da empresa de Cupertino ascendem a mais de 90 mil milhões de dólares e este capital gera um EBITDA de mais de 45 mil milhões por ano.
Agora, em função da sua aversão ao risco pode tomar as suas decisões de investimento :-)

Definições:

Stock Price: Cotação da acção dia 10 de Fevereiro, valores em dólares.

Evalue (EV – Enterprise value): Capitalização bolsista (valores em mil milhares de dólares)

EBITA: Resultados antes de impostos, amortizações e juros (Earnings before the deduction of interest,tax and amortization expenses), (valores em mil milhares de dólares)

Book: Valor contabilístico dos capitais próprios (valores em mil milhares de dólares)

p/book: Valor da empresa em bolsa versus o valor contabilístico dos capitais próprios. Ou seja, é a relação entre o valor líquido dos activos e o seu potencial de valorização. Quanto mais baixo este rácio, menos potencial o investidor atribui aos activos. Por outro lado, um rácio muito baixo pode indicar que a acção está subvalorizada.

EV/EBITDA: Indica o número de anos que o investimento demora a ser amortizado.
Rácios muito altos indicam grandes expectativas face a resultados futuros ou expectativas em demasia e consequentemente empresas sobrevalorizadas.

ROE: Rentabilidade dos capitais próprios

Cash: Liquidez (valores em mil milhares de dólares)

markzuckerberg-chinelas

Facebook: Mark Zuckerberg entra no Top dos mais ricos

Nunca o fim de um namoro foi tão valorizado… em Fevereiro de 2004, Mark Zuckerberg criou o Facebook como forma de “vingança” da sua ex-namorada.
Nada faria prever o sucesso alcançado pela rede social, hoje com mais de 850 milhões de ultilizadores registados.
O Facebook, alterou a forma como nos relacionamos e reencontramos. É também ponto de criação de ondas sociais de apoio e protesto.

Mark Zuckerberg, detêm 28,4% das acções do Facebook. Após a Oferta Pública de Venda (IPO – Initial Public Offer) do Facebook Mark Zuckerberg passará a ver as suas acções valorizadas diariamente, e entrará oficialmente para o top dos mais ricos como uma fortuna avaliada em 24,7 mil milhões de dólares.

Facebook’s S-1 filing last week revealed that founder Mark Zuckerberg still owns 28.4% of the company. Assuming Facebook is worth $87.5 billion — estimates put it between $75 and $100 billion — that translates into $24.7 billion for Zuckerberg, or enough cash to make him one of the ten wealthiest people in America.

Fonte: Business Insider

A história do Facebook já teve direito a filme -  A Rede Social de David Fincher.

primeiro programa “Game Changers” (Criadores de Mudança), do canal Bloomberg foi dedicado  Mark Zuckerberg.

Video – 1ª Parte:

Video – 2ª Parte:

“Bloomberg Game Changers” follows the career of Mark Zuckerberg, founder and chief executive officer of Facebook Inc. and one of the world’s youngest billionaires. This program features interviews with Tyler Winklevoss, Cameron Winklevoss and Divya Narendra, who accused Zuckerberg of stealing their idea for the social-networking website, Yuri Milner, chief executive officer of Digital Sky Technologies, Michael Wolf, former president and chief operating officer of Viacom Inc.’s MTV Networks, and David Kirkpatrick, author of  ”The Facebook Effect.” (PART 1)

 

Relacionados:

Facebook: Charlie Rose entrevista Mark Zuckerberg [Video]

“The Social Network” – David Fincher realiza o inicio do Facebook

Apple-N1

Apple: A maior empresa do mundo [Infográfico]

Depois da divulgação dos resultados do último trimestre, a cotação das acções da Apple dispararam para máximos históricos.
A Apple, tem neste momento uma capitalização bolsista de 417 mil milhões de dólares, recuperando o estatuto de maior empresa cotada em bolsa (ultrapassou a Exxon Mobil que tem uma capitalização bolsista de 411 mil milhões de dólares).

O infográfico da MBA Online, ilustra a realidade da dimensão da Apple:

Apple's Cash
Created by: MBA Online

Click

CTR – Clickthrough Rate. Para que serve?

Se fosse por mim acabava-se hoje mesmo com o CTR como indicador de performance das campanhas digitais.

Há dois anos atrás juntei a minha equipa de media digital e disse que daí em diante os relatórios das campanhas digitais deviam ter um slide com “RIP – CTR”: o CTR morreu! “Não quero ver mais gráficos com CTRs ”. Como é óbvio, isto levantou uma acesa discussão e ainda hoje vejo slides de acompanhamento e reporting com taxas de CTR. É certo que hoje aparecem com menor importância gráfica, mas mesmo assim ainda lá andam. Provavelmente disfarçam a coisa na esperança que eu não veja.

Quanto visto a personagem “cliente”, apercebo-me do ridículo que é ter uma campanha com um milhão de impressões que apenas gerou 5.000 clicks – 0,5% CTR. Fica-se com a sensação que a montanha pariu um rato. Tantas impressões (aliás é difícil de imaginar 1M de impressões) e tão poucos clicks.

Por isso defendo que o CTR nem deveria existir. Quando brinco em relação ao assunto levo isto um pouco mais longe. “Os banners não deveriam ser clicáveis” (passam-se). Os anúncios de imprensa não o são. Nem os outdoors. Nem nenhum dos outros anúncios colocados nos restantes meios tradicionais.

Se queremos “vender” CTRs, ou clicks, pois no final é disso que se trata, deveríamos poder compara-los com os clicks que se fazem nos outros meios – ou utilizar quaisquer outras métricas de conversão que façam sentido. Se não é possível comparar com, por exemplo, o anuncio de imprensa, mais vale procurar outros critérios quantitativos e/ou qualitativos que possam medir o interesse pela publicidade digital. Uma coisa é certa, já se fazem anúncios de imprensa há muito tempo, e nunca, mesmo nunca, se soube que alguém tivesse “clicado” num e tivesse sido “transportado” para uma loja, para um stand ou para um banco.

Mas afinal, o que é que mede o CTR?

Vale a pena começar por explicar que o CTR é o número de clicks no banner a dividir pelo número banners servidos (ou visualizados). Como exemplo serve o seguinte: 1% CTR quer dizer dos 100 banners vistos apenas foi clicado um. Face ao exposto, o CTR apenas mede o interesse que o utilizador teve no momento que viu o banner (anuncio). Interesse esse que pode ser influenciado pela criatividade, pelo formato ou pelo contexto onde apareceu o banner.

Quando as campanhas digitais são servidas por AdServers (servidores de banners) é possível avaliar, entre muitas outras coisas, a eficiência da campanha. Os AdServers permitem saber quantos post-clicks e post-impressions teve a campanha. O primeiro indicador quantifica o número de conversões que foram feitas por quem clicou no banner, e o segundo, quantas conversões foram feitas por quem esteve exposto ao banner mas não clicou. “Conversões” neste contexto, podem ser várias coisas: páginas do site, compra de produtos online, registos,… na verdade tudo o que se quiser definir como conversão na altura do setup da campanha.

Ou seja, podemos ter campanhas com taxas de CTR baixas mas com uma elevada eficiência na conversão. O que sucede bastantes vezes mais do que se imagina.

É por tudo isto que defendo que o CTR não é referência correcta para aferir a performance das campanhas digitais.

PS: Infelizmente, para a media tradicional, o CTR é coisa que não lhe assiste.

Google Analytics

Bounce Rate. Quando é que vale a pena avaliar este indicador?

Quando se analisam as estatísticas de um site identificam-se as seguintes origens dos acessos: motores de busca, links externos e links directos – que é o número de acessos através do endereço do site.

Para além destes dados, as ferramentas de monitoring permitem saber o nº de páginas, visitantes, sistema operativo…. até ao mais ínfimo detalhe, como por exemplo, numa determinada página qual foi o nº de utilizadores que a consultaram e tempo médio de permanência nesta página.

Não consigo fazer, apesar da longa experiência que tenho no tema, uma análise qualitativa sobre determinado site sem que faca antes um estudo profundo sobre o site. Importa neste estudo perceber a forma como o site foi programado, que tecnologia foi utilizada, a estrutura e, quando necessário, se quiser analisar uma página específica desse site, tenho que ver essa página “aos olhos” do utilizador. Ou seja, 30 segundos de média de consulta duma página (que é o valor que me dá a ferramenta de monitoring) por si só não me permitem concluir coisa nenhuma. O que será muito diferente se eu consultar essa página e vir que apenas tem um parágrafo de texto. Nesta situação poderei concluir que a página foi lida – o que num contexto de mensagem tem seguramente outra valorização.

Ou seja, as análises qualitativas dos sites são processos demorados, dão trabalho a fazer e quando são feitas do ponto de vista da comunicação (digital) têm outro encanto.

Voltemos ao inicio deste texto: origem dos acessos a um site.

Em geral os sites de marcas com elevada notoriedade têm mais tráfego directo e, se tiverem ferramentas ou informação promocional (o que acontece tipicamente com sites de produtos de consumo), têm também uma elevada percentagem de acessos com origem em links externos. Nestas situações os acessos com origem nas listagens orgânicas dos motores de busca têm pouco protagonismo nas estatísticas.

Nos sites que “servem” muito conteúdo as percentagens invertem-se. Quando existem muitas páginas indexadas nos motores de busca existem consequentemente mais acessos ao site com essa origem. Se não fosse assim seria estranho. Por outro lado, quando isto sucede, as taxas de bounce rate são provavelmente mais elevadas. O que deixa muita gente preocupada mas, sinceramente, é uma falsa questão.

Segue uma breve explicação técnica.
50% de bounce rate duma página quer dizer que metade dos utilizadores dessa página entraram na página mas não viram mais nenhuma página do site. E qual é o problema de ter uma bounce rate elevada? Provavelmente NENHUM! Se essa página for uma página com informação especifica sobre determinado assunto, que foi despoletada por um link numa página de resultados duma pesquisa num motor de busca, se essa página tiver apenas um paragrafo de texto e, tiver tido 30 segundos de média de consulta, passou seguramente a mensagem que tinha a passar.

Então para que serve a Bounce Rate?
No caso que dei como exemplo, para nada. Contudo, se essa página for a home page do site, então é um problema grave!

Apple-logo

Apple: Com os resultados (Q1-2012) mais espectaculares de sempre…. Novamente!

Não existem muitas empresas na história da gestão, que tenham feito um percurso tão impressionante e tão rápido.
Em 15 anos, a Apple passou de boa a excelente e de excelente a líder.

E mais um trimestre (primeiro do ano fiscal da Apple), com resultados históricos com uma margem operacional de 44,7% a confirmar um ritmo de crescimento impressionante que ultrpassam os objectivos e estimativas dos analistas.

Assim que os resultados foram divulgados a cotação das acções no pré-mercado subiram de imediato 40 dólares por acção atingindo os 460 dólares (+9% do que o preço de fecho).

Os principais indicadores a destacar sobre os resultados:

Análise de resultados no trimestre (Q1 Homólogo) – 2012 Vs 2011
Dólares
2012
2011
Variação
Receitas (Mil Milhões)
46.33
26.74
+ 73%
Lucro (Mil Milhões)
13.064
6.004
+118%
Lucro por Acção
13,87
6,43
+116%

As receitas do iTunes/AppStore atingiram o valor de 1,7 Mil milhões de dólares e que com as vendas extraordinárias dos dispositivos da Apple continuará garantidamente a aumentar trimestre após trimestre de forma exponencial.

Unidades dos equipamentos Apple vendidos no último trimestre:

iPhone: 37,04 milhões (estimativa de 34 milhões)
iPad: 15,4 milhões (estimativa de 13 milhões)
Mac: 5,2 milhões (estimativa de 4,8 milhões)
iPod: 15,4 milhões (estimativa de 13,9 milhões)
Apple TV: 1,4 milhões (sem estimativa… este modelo é ainda um hobby :-) )

A Apple apresenta neste momento uma liquidez de 97 mil milhões de dólares na sua tesouraria.
Durante a conference call de apresentação de resultados,  Toni Sacconaghi da Bernstein Research questionou: “O que estão a pensar fazer com todo este dinheiro?”

O CFO da Apple, Peter Oppenheimer, disse apenas que é um tema muito discutido na administração e que reconhecem que de facto tem tido um enorme crescimento de liquidez. Mas, que não tinha mais nada a informar…

Muitos accionistas têm pressionado a Apple a distribuir dividendos, algo que Steve Jobs sempre foi contra. Mas, agora com Tim Cook como CEO muitos accionistas aumentaram a pressão para que haja uma distribuição de dividendos e outros que defendem um buy-back (compra de acções próprias). E há também quem partilhe da opinião de que deveriam efectuar uma grande aquisição…

Evolução da liquidez da Apple:

Fonte: Business Insider

E sobre a tão esperada Apple TV?

Gene Munster da Piper Jaffray, questionou Tim Cook e a resposta foi:

A actual Apple TV está a corer muito bem, vendemos 1,4 milhões de unidades no último trimestre. Em termos de receitas é um hobby. Mas, sem o qual já não conseguimos viver. E não faço mais comentários :-)

Apple atingiu a fase de maturação diziam em Outubro passado alguns “artistas”… perdão, analistas:
O que dirão agora Alex Guana da JMP Securities  e Ulisses Pereira da Dif Broker que baixaram o rating da Apple em Outubro? Como irão comentar estes resultados e performance da Apple?

Antes de comentarem, vale a pena verem este gráfico:

chart of the day, apple quarterly revenue by product, jan 24 2012

Here’s a breakdown of Apple’s sales by product category. It is an iPhone company now, with 53% of sales coming from the smartphone.

Fonte: Business Insider


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