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Será isto a Apple TV?

O vídeo foi carregado hoje, e isto de repente parece menos um gadget idealizado, produzido e à venda por uma qualquer empresa apple-inspired, e mais a Apple Tv e o seu interface simples e simplesmente intuitivo de que tanto se fala aí virá (sobretudo depois da brecha no livro publicado a título póstumo de Steve Jobs e em declarações do próprio).

O vídeo é um assombro e promete fazer esgotar das prateleiras virtuais da LeapMotion todas as unidades. Sobretudo a 75 dólares (!).

Certo. Os especialistas em ergonomia e HCI decerto quererão testar, para ver se isto é assim tão fácil como no vídeo, ou se a distância para o ecrã e a escala entre mexer um dedo 1 centímetro e 3 metros se transformar em 1 metro se é assim tão fácil quanto aparenta.

Não interessa. Depois da Samsung apostar em algo mais tradicional nos seus LED Tv, parece que a mudança passa mesmo pelo movimento à distância, sem comando.
Será por aqui o caminho da futuramente revelada Apple Tv? Chegou a novidade mais cedo e pela mão de outra empresa?

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Amazon investe na produção de programas TV próprios

Há quem diga que de momento serve apenas para reforço do serviço “Prime” da Amazon. Há quem diga que é seguidismo. Há quem diga que é um teste. Há quem diga que isto é a valer.

A Amazon pela mão da criada empresa Amazon-Studios avançou mesmo para a produção em série de programas de Tv, nomeadamente comédia e crianças. Duas áreas altamente lucrativas e com procura pelo público.

A notícia não é assim tão nova para os que vão seguindo os sítios e blogues da praça, onde já no início do ano alguns boatos haviam escoado. Afinal, a recuperação dos velhos clássicos sempre atuais tinha sido constante e notada. sobretudo na comédia. E é sempre diferente ter a confirmação.

Depois do Hulu e do Netflix, é portanto agora a vez do gigante de Bezos entrar na produção de originais. OS interessados podem submeter guiões e conceitos originais, que a unidade da Amazon Studios irá avaliar e decidir. Sendo favorável, estão definidos já os valores a pagar pela aquisição dos direitos. Aliás, o mesmo modelo que já havia sido e continua a ser usado para os filmes (longas-metragens) mas neste caso ficando a decisão e produção para a Warner-Brothers.

A Amazon garante que ao nível da produção, tratar-se-ão de programas como se para a TV tradicional fossem ser emitidos, não quebrando na qualidade ou dando margem para que se pense em algo mais webcam-like.

Fica abaixo o link ao vídeo da Bloomberg sobre este e outros temas relacionados, e onde ainda de forma muito morna escutaram a notícia:

http://bloom.bg/IvHtEl

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YouTube.com (Novo!)

Segundo o que variadíssimos blogues têm partilhado, o youTube está mesmo a caminho de mais um redesenho com ligeiras mas reais alterações.

Um dos muitos bloggers – JT – fez já um vídeo que ajuda a perceber o que muda, nomeadamente:

Maior integração com o Google+ (ofc), um painel de navegação à equerda (novo), as imagens de preview maiores, um fundo cinza em vez de branco e, claro, ao topo, o logótipo com uma ligeira afinaçãozinha. Ora vejam:

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Presentes de Natal, com tecnologia lá dentro

Para os mais graúdos (nós) há também muitas e inspiradoras ideias para descobrir (onde gastar) e algumas delas com um pitada de humor (mais uma desculpa) e ainda como se não bastasse um toque de tecnologia (já me convenceram! quero!).

Em arranque de mês para a escrita de cartas ao Pai Natal, aqui ficam duas dicas para os que suspiram por presentes originais. E com tecnologia lá dentro:

Relógio de pulso com sistema Android
(depois do iPod nano, venha a concorrência)

 

 

E, porque não, uma capa para o iPad menos careta que a dos seus colegas sisudos:

Mais ideias?
A caixa de comentários abaixo é vossa!
;)

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Apple apresenta novo teclado inteligente

A febre em torno dos produtos da APPLE sempre tem despertado interesse, curiosidade, especulação e, até, gozo. Como comprova o vídeo do mítico e imperdível “The Onion“, site satírico e que lembro ainda hoje como ri a bom rir com este vídeo, há um par de anos atrás, onde hilariantemente diziam ser este o novo teclado inteligente dos novos Macbook da APPLE.

É o FUN-POST do dia, e o link do post original está aqui, sempre atual e pronto para nos fazer rir um pouco.
;)

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A anunciada rede social DIASPORA abre finalmente ao público em versão ALPHA


Estou a escrever este texto à medida que experimento a rede social “DIASPORA”, acabadinho de entrar na própria depois de recebido o convite de um amigo no Gmail.

Como assinatura, a Diaspora resume-se assim: A free personal web server that implements a distributed social networking service 

Logo ali pelo endereço se percebe que estamos em testes – joindiaspora.com

 

 

 

 

 

Mas nem tudo é Alpha.
Por exemplo, as possibilidades de conexões a outras redes sociais como o twitter e o facebook já funcionam bem, tal como o número de línguas por onde adoptar, que é estrondoso, e o português bem afinadinho – muito embora sintamos que estamos em território brasileiro porque o tradicional e universal e facebookiano “GOSTO” foi substituído pelo “curtir”… :P

O funcionamento é em tudo similar ao clássico e copiado Facebook. Inclui de forma mais vincada as hashtags como no twitter. Obtive sempre erros quando tentei convidar alguém via email (ooops..) Mas mais importante que tudo, é a pergunta- porque deverei usar a Diaspora? Tal como já era “porque hei-de usar o G+”?

Sinceramente, não sei.
Ou pelo menos ainda não sei.
Mas também ainda não sei relativamente ao G+ (muito embora anteveja o grande potencial da rede da Google, se souberem tirar partido de todos os serviços Google já existentes e que tanto usamos).

Apesar de ter gostado do ‘ar’ amigável e do look&feel e das mensagens calorosas e bem-dispostas (ah, como tanto ensinaste, Flickr!), pouco ou quase nada me foi dito porque deverei ficar fielmente adepto desta rede social. E também, se o dissessem, talvez fosse igualmente um sinal estranho… Porque de uma forma ou de outra, depois de experimentar, é a mesma sensação que ao usarmos o G+: porque hei-de voltar?

No facebook, a razão é óbvia, sempre foi, como aliás tem sido sempre ou quase sempre numa rede social que experimenta o sucesso: porque lhe encontramos utilidade + porque está tudo lá. E estão todos lá. E aqui, o princípio da rede é o mesmo que já existe nas outras. Simplesmente partilhar o que se está a ver, a fazer, a pensar, etc, etc, etc…

Veremos, com o tempo, se algo mais se descobrirá e se esta rede social fará frente a alguma outra.

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New site on the block: THE VERGE

Depois de Joshua Topolsky ter fundado o ENGADGET, e enquanto andava pelo This is My Next (casa temporária que afinal agora pura e simplesmente redirecciona para o The Verge), aqui está finalmente o apregoado e previamente anunciado e agora confirmado novo projeto:

The Verge »

Tudo o que precisam saber sobre o site, que se virá juntar certamente ao topo de sites do género a par do Mashable, Engadget ou TechCrunch está aqui nos links abaixo:

Mensagem de Topolsky no recém inaugurado “The Verge” »

Confirmação e anúncio do projecto »

Joshua Topolsky na Wikipedia »

Já espreitaram? Acham que irá vingar? Até já guardaram nos favoritos?
As vossas opiniões e comentários são bem-vindos – usem a caixa abaixo:

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Gerações – tipologias: dos baby boomers aos millennials e à Geração i

Muito se vai falando aqui e acolá sobre gerações, gap entre gerações ou conflitos geracionais.
Mas quais são as gerações e onde se situam elas no tempo?
Sobretudo aqui na web, tem sido tema sempre recorrente, mais ainda quando falamos de diferenças no consumo dos vários tipos de media, novos hábitos e comportamentos como o multi-tasking ou tão simplesmente porque antes os homens só falavam de carros (e só entre homens) e hoje falam só de gadgets (e já não só entre homens).
Como sebenta e ajuda, aqui deixo uma sumaríssima descrição (que pode não ser consensual) do nome e datas que mais ou menos enquadram no tempo as gerações.
E se tiverem mais info para adicionar, basta deixarem nos comentários abaixo – o corpo docente do blogue agradece, e muito ;)
As várias gerações:
• The Lost Generation
• The Greatest Generation
• The Silent Generation
• Baby Boomers
• Geração X
• Geração Y
• Geração Z
Enquadramento:

The Lost Generation
  • 1914 (Europa)
  • Os que lutaram na 1.ª Grande Guerra
The Greatest Generation
  • Os veteranos que lutaram na 2.ª Grande Guerra
  • Nascidos entre 1901 e 1924
  • Maduros já quando sofreram a Grande Depressão
• The Silent Generation
  • Nascidos entre 1925 e 1945
  • Tiveram pais que lutaram na WWI, eram demasiado novos
  • para lutar na WWII e viveram toda a juventude sob o peso da Grande Depressão
• Baby Boomers
  • Nascidos entre 1946 e 1964
  • Todos sabem a origem da expressão que lhes dá nome :)
• Geração X
  • Nascidos entre 1961 e 1981
  • Filhos dos baby-boomers
  • Aqueles a quem eu gosto de chamar geração-de-transição
• Geração Y
  • Nascidos entre 1980 até ao ano 2000
  • também conhecida pela Geração Millennial
• Geração Z
  • Nascidos entre finais dos anos 90 aos inícios de 2000
  • também conhecida pela Generação I (Internet, dizem uns; iPod dirão outros) e muitas vezes apelidada de “Nativos Digitais“
E a seguir a esta, será a Geração…..?
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Roleta Russa – um destes dias e isto aparece por cá

É um dos clássicos concursos que se têm consagrado em vários países. E vendo as imagens percebe-se bem porquê.

:)

Tendo em mente também o nome deste blogue, partilho como vídeo um episódio especial com a participação do Alex Albrecht, de programas como Diggnation.
Divirtam-se:

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Audiências televisivas e redes sociais


Depois de uma sessão muito interessante a convite do Bruno Figueiredo, onde pude partilhar para um sector muito a leste das questões ligadas à Comunicação Social o que para nós é o impacto das redes sociais, eis senão quando ele mesmo, instigado pelo tema, me partilha nova ligação relacionada: The Relationship Between Social Media Buzz and TV Ratings

De facto tenho recebido cada vez mais textos do género. E não há como fugir. As redes sociais podem ser um barómetro do sucesso de um programa de televisão ou de rádio, como podem ser um engano. Podem ajudar-nos a identificar os conteúdos mais afinados para o nosso público-alvo, ou podem ser erróneas se não analisarmos quem escreve e porquê. Podem, como qualquer ferramenta, ser úteis. Mas acima de tudo, na nossa equipa, acreditamos que as redes sociais devem ser uma extensão natural dos programas.


Antes de procurarmos aumentar audiências, procuramos maximizar o envolvimento com o núcleo duro de fãs de um programa, os espectadores assíduos, a turma que nos explica tanto quanto nós tentamos fazê-lo, aqueles com quem nos sentimos tão à vontade que sabemos, no mural de um facebook ou twitter, que estamos entre amigos.Encontrados e conquistados estes, sabemos que a partir daqui podemos ambicionar mais do que isso. Mas sem isto, e por mais que alguns achem que isto é apenas uma visão romântica do negócio, não é. É a mais pura das razões de sucesso de projetos como o “5 Para a Meia-Noite” ou o “Último a Sair”. Claro que além destes nem em todos se aplica a mesma escala. Mas na génese, está lá.

Analisando friamente os números, e como esta ligação acima também comprova, está ainda longe o cenário de poder fazer correlações do género em targets acima dos 35 anos. E essa ainda é uma das maiores dificuldades para se generalizarem estas ideias. Quem nos dera! Mas infelizmente, basta olharmos para as audiências televisivas mais em detalhe. Um programa de cabo e num canal com um target bem afinado como por exemplo a Sic Mulher, torna-se mais simples fazer esta análise. Sobretudo se ainda por cima, programa e canal, têm excelente afinidade com muito do público que também usa as redes sociais, e natural é portanto ligar o sucesso de um “Querido Mudei a Casa” e até conseguir fazer um paralelismo com os 225.000 seguidores no facebook.

O mais difícil, porém, é em programas e canais generalistas, onde a dispersão de targets por vezes é enorme não apenas nos grupos etários como também ao nível da região. E aqui, seria excelente de facto podermos tirar ligações imediatas, mas nem sempre isso sucede. Vamos, portanto, acompanhando os estudos e o desenvolvimento de conhecimento nesta área. E naturalmente, com o tempo, ganhando maior massa crítica e base de estudo para cimentar mais decisões ao nível da produção de conteúdos e programação dos mesmos, tendo por base as redes sociais.

O que a ligação das redes sociais com os programas e a sua audiência também têm despertado é uma necessidade premente de ter tempo, para analisar constantemente o feedback e conseguir fazer a partilha e degustação do mesmo. E tempo, infelizmente, escasseia cada vez mais.

Não surpreende, portanto, que projetos televisivos nos Estados Unidos tenham, nas suas equipas Web, cerca de 11 ou 8 ou 6 elementos – dedicados. A produção televisiva em cima da atualidade e com a capacidade de afinação permanente ao gosto dos espectadores exige cada vez mais recursos diferentes de um processo que, antes, se fazia ao longo de meses e se afinava de uma temporada para a seguinte. Os números, agora, fazem-se muitas vezes ouvir de um episódio para o outro. E as redes sociais são mais uma fracção que acabam de entrar numa fabulosa equação que nem sempre é fácil resolver no tão curto e sobrecarregado espaço de tempo que hoje em dia todos vivemos.

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O “MySpace” vai falhar porque:

A luta titânica entre as maiores empresas (e aquelas que já foram maiores) pela sobrevivência e liderança no mundo das redes sociais está longe de terminar.

Amanhã/hoje, 22 de Setembro de 2011, é a vez do Facebook revelar grandiosas (é sempre assim que todas elas o promovem) novidades no seu evento “f8”. Lembro-me, há 2 anos atrás, pela parceria firmada com a empresa de Zuckerberg,  quando em primeira mão soubemos e vimos a preparação do famoso “LIKE!”, bem como as novidades para as páginas públicas (na altura fan-pages). Percebia-se que poderia ser algo que funcionaria… ou não. Mas funcionou. E como! No entanto, um ano depois, o já tão badalado “Places” continua a definhar e ao que parece será mesmo descontinuado. Mas isto é mesmo assim. E é o pragmatismo americano a falar. Umas ideias funcionarão. E outras não. As que suprirem necessidades, essas, não só funcionarão como ainda crescerão e replicar-se-ão pelas restantes redes sociais que logo irão imitar o mesmo princípio activo.

Mas não ficamos por aqui.

O novo “Myspace” também trará novidades. Diz-se que lá para outubro, agora que até já o cantor Justin Timberlake é um dos novos investidores (de relembrar que a News Corp adquiriu a empresa em 2005 por cerca de 400 milhões de euros e vendeu agora  à Specific Media por cerca de 25). E o que será o “Myspace” agora? O que pode, aliás, ser uma rede social que até já pretende ser diferente mas que continua a insistir no nome que a marcou? Pelos vistos há quem sublinhe que a vertente musical se manterá e será a tónica, mas parece que ainda há quem não se tenha apercebido do crescimento de redes como o Reverbnation ou da explosão do YouTube como a nova e magnânime jukebox (nos EUA, VEVO) ou do que até mesmo o Facebook se prepara para abraçar ao nível dos conteúdos vídeo e áudio.

Portanto, o problema que se coloca ao novo/renovado “Myspace” não é do que será, é de qual a necessidade que vem suprir nesta altura no mercado global das redes sociais. Acreditamos todos que nesta fase do campeonato e depois de um relançamento falhado há precisamente 1 ano a empresa já se tenha libertado do dilema pessoal de ter de provar a si mesma que não está à deriva… Porque se assim for, o “Myspace” falha. Outra vez. E de vez.

O Google+, por exemplo, não vem suprir qualquer necessidade atualmente existente para nós. Só para o próprio Google. Daí que as semelhanças sejam imensas com o Facebook. E daí que após o boom inicial de crescimento a taxa de fidelização esteja agora a demonstrar o que a rede efetivamente vale no momento. Bom, ela valerá mais para nós em breve, acreditamos todos, e será talvez relevante e necessária, sobretudo depois de mais amigos e familiares nossos lá estarem, mais marcas pelas quais somos apaixonados lá estarem, e todos os serviços Google lá estejam a funcionar em pleno e de forma cruzada. Nessa altura, com o ecossistema em pleno, talvez passemos a dizer o oposto, que o Facebook já não supre o rol de necessidades que o G+ resolveu. Veremos.

Para já uma coisa é certa – as principais redes sociais de sucesso são regra geral apenas uma em cada um dos seus espaços: YouTube, Facebook, Flickr, Twitter, LinkedIn, Foursquare, Qik (até aqui o duelo com o Kyte terminou recentemente, com a compra deste e a sua passagem para o segmento pago e profissional), etc., etc. Ainda subsistem vários casos, em vários nichos, de duas ou mesmo três redes sociais que combatem ferozmente por um espaço claro de liderança (veja-se por exemplo o Tumblr vs. Posterous) mas talvez isso seja mais por não estar amadurecido esse segmento de mercado e encontrada a pedra filosofal do mesmo, do que propriamente por haver espaço para duas. Regra geral, há sempre uma que se impõe. É a lei do mais forte. E da economia de escala.

Para o caso que aqui interessa, nesta reflexão, é qual o papel que os novos investidores terão na definição do novo “Myspace” e o que a rede pretenderá ser. E sobretudo, talvez uma das razões que mais me leva a dizer que o “Myspace” falhará, é a falta de um líder e fundador que tenha efetivamente poder de decisão na estratégia da empresa. Basta aliás considerar a lista “Media Guardian 100” deste ano, nas primeiras posições. Ou então, e isso sim seria para mim o surpreendente e o volte-face, em outubro não seria revelado pelo “Myspace” nenhum novo posicionamento, nenhum novo logótipo, funcionalidades ou outras coisas mais, mas simplesmente um líder com verdadeira capacidade de levar a empresa em frente… Ah, mas nem assim, porque os líderes não se anunciam, antes demonstram pelo seu trabalho e resultados que o são (e a resultados acrescente-se “sustentados”).

Bom,  uma coisa é certa: por mais genial que seja a (nova) ideia, o branding, a promoção e o evento e tudo o resto – meus senhores e novos detentores do “Myspace”, por favor, quando agora relançarem a rede, não façam como há um ano, em que no dia do arranque no renovado “my____” e até nos dias seguintes, por vezes nem mesmo o login e nem os vídeos funcionavam de forma estável…

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