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Global Online Consumer Confidence, Concerns and Spending Intentions

A Nielsen, publica regularmente (trimestralmente) um relatório sobre a confiança dos consumidores, preocupações e intenções de gastos.

Neste último report 2nd Quarter, 2011 e olhando em particular para os dados onde estamos inseridos (Europa), pág 8 do relatório, percebemos que os Europeus:

- Gastam menos dinheiro em roupas novas (62%), mudam mais facilmente para marcas de supermercado mais baratas (57%), saem menos vezes para fora de casa (55%), tentam poupar no Gás e Electricidade (53%), cortam nas férias ou curtas estadias (40%). Estas são só algumas das actividades que se encontram no relatório.

Portugal, depois de ter ocupado o último lugar no relatório anterior, subiu um lugar, ficando á frente da Grécia no que toca ao Indíce de Confiança do Consumidor, pág.10, menos mau.

media-consumption2

Who’s Using What Media and When?

Sou um adepto dos Infographics, aquele velho ditado de “vale mais uma imagem que 1000 palavras” adapta-se perfeitamente quando toca a colocar informação relevante, normalmente em quantidades acima do desejado (mas que até resulta), de leitura fácil e de design apelativo.

Descobri esta elaborada pela empresa MRAonline.com com dados da AdAge e Magid Generational Strategies.

O que me chama a atenção nesta divisão geracional por idades (Baby Boomers, Generation X, …) e os seus hábitos de consumo de meios online e offline.

Destaco 3 aspectos:

- As 3 gerações mais jovens (Millennials e iGen), abaixo dos 30 anos consomem de uma forma geral mais media que as 2 gerações acima.

- O consumo de actividades online já ultrapassa o consumo de actividades offline em alguns segmentos e faixas horárias.

- Os segmentos mais elevados (acima dos 30 anos), especialmente os Baby Boomers, tendem a consumir media mais tradicional por oposição aos segmentos mais baixos.

O consumo dos media está a alterar-se, vai-se alterar e as gerações mais jovens, que de uma forma natural vão-se tornar as mais velhas, vão atribuir um peso diferente ao online, daquele atribuído pelos seus Pais e Avós.

Media Consumption - 2011
Created by: MBA Online

youngchannel

Um canal alternativo de TV – YoungChannel

Sem conhecer a fundo o projeto, nem valores/acessos/audiências que estão em causa, aconselho o contato com este canal de TV (100% made in Portugal), feito para os lados de Óbidos, mais propriamente no Parque Tecnológico de Óbidos.

O YoungChannel, apresenta-se com um canal de TV online que abrange diversas formas de comunicação e interação, como eles afirmam no quem somos. Um projeto que me parece interessante (nada amador), e com conteúdos apelativos para o target a que se destina.

Uma sugestão para o fim de semana, se aborrecer muito o jogo de hoje á noite, o reality show, ou a novela.

Ensitel, e a orelha de Van Gogh

Tornei-me fã da página “Nunca mais compro nada na Ensitel” não sei bem porquê, na prática não me lembro de alguma vez ter comprado lá alguma coisa, não que tenha alguma coisa contra a marca, mas na verdade nunca me disse muito, e juro mesmo que faça um exercício grande de memória, não me recordo de alguma comunicação, anúncio, spot que a marca tenha feito ou divulgado.

E eis que andando a navegar pela net, e vou jurar também, que ultimamente não tenho tenho tido muito tempo para olhar para a televisão, me deparo com este aparato todo á volta de um blog, um consumidor, uma marca e as proporções que o caso levou em 24 horas.

Não vou divulgar nºs pois de certeza estariam desactualizados logo a seguir, nem vou comentar juridicamente se os tribunais fizeram bem, decidiram bem, se a Ensitel tem razão (riscos feitos), ou se a Jonas tem razão (riscos já estavam), …

Mas o que é absolutamente incrível é a maneira feudal, arcaica, prepotente, anti-marketing, anti bom senso, tirana, ditatorial que a Ensitel adoptou, e como tentou aniquilar a voz de um consumidor, a voz de uma reclamação.

A única coisa que valeu á marca, é ver o seu nome inscrito nos compêndios, mercatore’s, como um caso de como não tratar uma crise, ou um consumidor. Disso já não se livra.

As restantes marcas, organizações podem estar agradecidas pela aula em tempo real, ao vivo e a cores, uma pós-graduação virtual (sem pagarem nada) de como não devem proceder quando recebem uma reclamação de um cliente. A Ensitel, Ensit(n)ou-nos a todos.

Neste País (não sei se noutros), fruto de uma herança que a reclamação não dá em nada, que o livro de reclamações não adianta de nada (e acreditem que tenho feito algumas, especialmente nos serviços públicos), estes assuntos são tratados como se de um procedimento administrativo se tratasse, reclamação é com o departamento júridico, que não percebe patavina de marketing, de comunicação.

A ver vamos no que vai dar este caso, de como a Ensitel vai descalçar esta bota, se tem razão, deve manter a sua posição e levar o caso até ás últimas consequências, agora vir pedir desculpas publicamente não adianta (mas ficava-lhe bem), pode ser que acalmasse os ânimos.

Agora que a Ensitel e as Ensiteis todas sofrem do que VanGogh sofria é verdade, cortam a orelha, quando não conseguem lidar com ela. As marcas como diria um amigo meu têm de estar dispostas a ter 2 orelhas e uma boca, para ouvirem o dobro daquilo que falam.

Mas isto é a minha opinião a de um simples consumidor.

A de abola, B de baixaki, C de …

A propósito da nova funcionalidade do Google lançada recentemente, resultados em tempo real á medida que se vai escrevendo, só disponível por enquanto na páginawww.google.com,

a revista AdvertsingAge, fez o teste e apresenta uma lista das marcas/expressões mais consultadas.

Vamos tentar em Google.pt fazer exactamente o mesmo (embora não tenhamos a pesquisa em tempo real temos as sugestões), aqui vai a lista:

A = abola

B = baixaki

C = cp
Ler Mais…

YouTube TV … VideoClube …

Li duas notícias hoje sobre parcerias efectuadas entre youtube e entidades ligadas a produção, difusão de conteúdos.  

O primeiro nos EUA, com a Lionsgate, MGM e Sony Pictures, onde encontramos um catálogo com mais de 400 filmes, disponível em http://www.youtube.com/movies, o outro acordo foi feito no UK com a Blinkbox, este só de acesso aos Residentes do UK, ou então através de algum artifício de alteração de IP (imagino eu)http://www.youtube.com/user/blinkbox

Recentemente, um concerto dos U2 foi transmitido em directo num canal do youtube: http://www.youtube.com/user/u2official?blend=2&ob=4O que me chama atenção destas notícia é a velocidade vertiginosa com que que estes acordos e soluções são apresentadas, colocando em questão que temos de ter tecnologia para podermos ter acesso a estes conteúdos, entenda-se pc, internet (banda larga) e agora as TV’s com acesso á internet, o que nos tempos de hoje em dia não é factor impeditivo. A lógica de 3 ecrãs (PC, Telemóvel, TV) veio facilitar este acesso, ou então quem sabe um 4º ecrã (apple stuff – ipad, ipod). 

Mas coloco a questão em cima da mesa (ecrã), será que os broadcasters de canais (Meo, Zon, …) serão num futuro essenciais na cadeia de distribuição dos conteúdos? Até que ponto num futuro próximo (presente) eu não estarei em casa sentado no sofá e em vez de sintonizar determinado canal, tenho a minha TV ligada á internet, sintonizando um canal youtube, página directa de um anunciante, ou produtora de conteúdos (HBO ou outra).Penso que esta solução possa estar mais perto do que imaginamos. Do ponto de vista de receitas publicitárias, o modelo também poderá ser adaptado, imaginemos que sou um fã incondicional da pesca, e tenho subscrito um canal web específico com esse conteúdo. É natural e desejável que receba publicidade de um anunciante de canas de pesca, ou fabricante de anzóis. Negócios de proximidade e Geolocalização (possível através de IP), começam a ser disponibilizados e explorados, a pizaria da esquina da minha rua poderá sponsorizar a transmissão de um jogo de futebol, e oferecer nesse dia uma promoção. 

Temos então uma comunicação one to one, será possível entregar conteúdo e publicidade numa lógica individual, contrariando a lógica de mass comunication, evitando desperdícios. 

Links das notícias em:
http://www.marketeer.pt/2010/08/27/mais-de-400-filmes-no-youtubecommovies/ http://www.nma.co.uk/3017569.article?cmpid=NMAE01&cmptype=newsletter

Crescimento de 2 digítos até 2014 para o Investimento Publicitário na Internet – eMarketer

Segundo o site  eMarketeer.com as previsões do crescimento do online em termos de investimento publicitário On Line  será na ordem dos 2 dígitos até 2014.

Fonte: eMarketeer.com

Carat prevê crescimento de 4,9% para o mercado publicitário em 2010

O Mercado Publicitário apresenta um crescimento para 2010. Internet/Digital deverá atingir o valor de +25%. Artigo publicado no Briefing

HTC e Google Maps com parceria na Volta á França

O futuro passa por isto, em tempo real acompanharmos os desportos, eventos. Receber á medida que o evento ocorre dados dos mesmos.

Na volta á França a equipa da HTC – Columbia, com tecnologia google incorporada, consegue enviar dados da equipa e dos corredores (velocidade, georeferenciação, batimento cardíaco, …), siga este link para ver o site

Será o GRP a medida adequada para a Internet?

Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.

O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.

Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?

Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.

Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)

Mas…

na minha opinião e consegue-se hoje perceber isso através de alguns movimentos que anunciantes tradicionais estão a fazer para o digital (ex. Reckitt-Benckiser), que a compra do spot 30” se é feito na TV pode ser feito no digital com a mesma lógica de avaliação. Se falamos de display, a lógica tem de ser essa, qual o nº de indivíduos que conseguimos contactar (Cobertura, reach), quantas vezes os contactamos (frequência, OTS). Multiplicamos um pelo outro e obtemos o GRP, simples não é?

E deve ser assim, se falarmos e aproximarmos o meio digital na linguagem que os Marketeers estão habituados (nas acções de comunicação passíveis de serem analisadas desta forma) o investimento no meio digital aumentará e ficará na proporção devida.

Teremos (Indústria – Agências, Anunciantes, Media Owners) de arranjar métricas válidas de forma a serem aceites e reconhecidas, para tal procuremos saber quais os investimentos publicitários, quais os perfis dos sites, que audiências? Sem estas métricas básicas não poderemos avançar em direcção a outras.


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