A anunciada rede social DIASPORA abre finalmente ao público em versão ALPHA


Estou a escrever este texto à medida que experimento a rede social “DIASPORA”, acabadinho de entrar na própria depois de recebido o convite de um amigo no Gmail.

Como assinatura, a Diaspora resume-se assim: A free personal web server that implements a distributed social networking service 

Logo ali pelo endereço se percebe que estamos em testes – joindiaspora.com

 

 

 

 

 

Mas nem tudo é Alpha.
Por exemplo, as possibilidades de conexões a outras redes sociais como o twitter e o facebook já funcionam bem, tal como o número de línguas por onde adoptar, que é estrondoso, e o português bem afinadinho – muito embora sintamos que estamos em território brasileiro porque o tradicional e universal e facebookiano “GOSTO” foi substituído pelo “curtir”… :P

O funcionamento é em tudo similar ao clássico e copiado Facebook. Inclui de forma mais vincada as hashtags como no twitter. Obtive sempre erros quando tentei convidar alguém via email (ooops..) Mas mais importante que tudo, é a pergunta- porque deverei usar a Diaspora? Tal como já era “porque hei-de usar o G+”?

Sinceramente, não sei.
Ou pelo menos ainda não sei.
Mas também ainda não sei relativamente ao G+ (muito embora anteveja o grande potencial da rede da Google, se souberem tirar partido de todos os serviços Google já existentes e que tanto usamos).

Apesar de ter gostado do ‘ar’ amigável e do look&feel e das mensagens calorosas e bem-dispostas (ah, como tanto ensinaste, Flickr!), pouco ou quase nada me foi dito porque deverei ficar fielmente adepto desta rede social. E também, se o dissessem, talvez fosse igualmente um sinal estranho… Porque de uma forma ou de outra, depois de experimentar, é a mesma sensação que ao usarmos o G+: porque hei-de voltar?

No facebook, a razão é óbvia, sempre foi, como aliás tem sido sempre ou quase sempre numa rede social que experimenta o sucesso: porque lhe encontramos utilidade + porque está tudo lá. E estão todos lá. E aqui, o princípio da rede é o mesmo que já existe nas outras. Simplesmente partilhar o que se está a ver, a fazer, a pensar, etc, etc, etc…

Veremos, com o tempo, se algo mais se descobrirá e se esta rede social fará frente a alguma outra.

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About Ricardo Tomé (36 Articles)
É coordenador da área de Marketing Digital e Conteúdos Online da RTP para a as marcas de Tv, Rádio, Informação e digital. Tem sido pioneiro na utilização das redes sociais e faz parte da equipa estratégica e operacional do sítio RTP desde a sua fundação. Desenvolve regularmente mecânicas de interactividade para vários dos programas de Tv e Rádio (e.g. “5 Para a Meia-Noite”, "Último a Sair", "MasterChef", " Voz de Portugal"). Diplomado pela New Media Technology College de Dublin em “Interactive Television & New Media” e licenciado em Publicidade & Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social. É membro do grupo de Ciência & Educação da União Europeia de Radiodifusão e o representante português do grupo de Novos Media (EBU-Y) da mesma organização. É também professor nas áreas de "Media Social" e "Digital Branding" nas instituições de ensino ISLA, Univ.Católica e IPAM. É ainda autor e apresenta diariamente o programa “Buzz”, na Antena3, também presente na RTP1 no programa "5 Para a Meia-Noite".

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