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	<title>Comentários em: Os &#8220;casamentos&#8221; nas TMT</title>
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	<description>Media, Entretenimento, Publicidade, Tecnologia e Telecomunicações</description>
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		<title>Por: A Malheiro</title>
		<link>http://cibertransistor.com/2009/07/24/os-casamentos-nas-tmt/comment-page-1/#comment-138</link>
		<dc:creator><![CDATA[A Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:44:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acho que tocou num ponto fundamental – o negócio dos media é muito particular. Não é um negócio como os outros. É cheio de complexidades. É preciso estar permanentemente a criar e a interagir com o consumidor final – que não é um consumidor homogéneo, mas vários, com características e gostos distintos. Para além disso, neste momento é um negócio com muitas incógnitas criadas pela digitalização. Talvez por isso, aliar os media às tecnologias de informação – alegadamente um negócio infalível, não parece ter dados os resultados que se esperavam – ou temiam (pelas autoridades da concorrência). Eu pessoalmente não acredito na fusão dos dois negócios – mas enfim, é uma crença como outra qualquer. Também não acredito no fim do livro e acho que o futuro do negócio dos media passa pela especialização, a procura de nichos de mercado. Penso também que estes mercados vão ser despoletados pelo chamado &quot;user generated content&quot; (conteúdo gerado pelos utilizadores).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que tocou num ponto fundamental – o negócio dos media é muito particular. Não é um negócio como os outros. É cheio de complexidades. É preciso estar permanentemente a criar e a interagir com o consumidor final – que não é um consumidor homogéneo, mas vários, com características e gostos distintos. Para além disso, neste momento é um negócio com muitas incógnitas criadas pela digitalização. Talvez por isso, aliar os media às tecnologias de informação – alegadamente um negócio infalível, não parece ter dados os resultados que se esperavam – ou temiam (pelas autoridades da concorrência). Eu pessoalmente não acredito na fusão dos dois negócios – mas enfim, é uma crença como outra qualquer. Também não acredito no fim do livro e acho que o futuro do negócio dos media passa pela especialização, a procura de nichos de mercado. Penso também que estes mercados vão ser despoletados pelo chamado &#8220;user generated content&#8221; (conteúdo gerado pelos utilizadores).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Jorge Sousa</title>
		<link>http://cibertransistor.com/2009/07/24/os-casamentos-nas-tmt/comment-page-1/#comment-134</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 11:09:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Obrigado pela informação Nuno!:)

Parece-me lógico que as empresas de telecomunicações procurem estratégias de fusão empresarial (&quot;joint venturing&quot;) com outras empresas ligadas às Tecnologias Media. São áreas de negócio distintas, mas que nos dias de hoje necessitam de se complementarem e de actuarem em parceria. As Telecom necessitam de criar e oferecer conteúdos inovadores de base criativa e tecnológica forte e interactivos. Assim, vejo com bons olhos a criação de TMTs. Mas como em todos os domínios da inovação, é necessário um bom planeamento, delineação de estratégias eficazes e recursos humanos altamente qualificados.

Jorge]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela informação Nuno!:)</p>
<p>Parece-me lógico que as empresas de telecomunicações procurem estratégias de fusão empresarial (&#8220;joint venturing&#8221;) com outras empresas ligadas às Tecnologias Media. São áreas de negócio distintas, mas que nos dias de hoje necessitam de se complementarem e de actuarem em parceria. As Telecom necessitam de criar e oferecer conteúdos inovadores de base criativa e tecnológica forte e interactivos. Assim, vejo com bons olhos a criação de TMTs. Mas como em todos os domínios da inovação, é necessário um bom planeamento, delineação de estratégias eficazes e recursos humanos altamente qualificados.</p>
<p>Jorge</p>
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