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	<title>Comentários em: A inovação que faz a diferença</title>
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	<description>Media, Entretenimento, Publicidade, Tecnologia e Telecomunicações</description>
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		<title>Por: Alterações no Modelo de Negócio dos Media &#171; Cibertransistor.com</title>
		<link>http://cibertransistor.com/2009/04/09/a-inovacao-que-faz-a-diferenca/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator><![CDATA[Alterações no Modelo de Negócio dos Media &#171; Cibertransistor.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Outros posts relacionados: A Rádio do futuro (presente) (11/2009) O início da Era Digital (06/2009) A inovação que faz a diferença (04/2009) [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Outros posts relacionados: A Rádio do futuro (presente) (11/2009) O início da Era Digital (06/2009) A inovação que faz a diferença (04/2009) [...]</p>
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		<title>Por: Mário Alcântara</title>
		<link>http://cibertransistor.com/2009/04/09/a-inovacao-que-faz-a-diferenca/comment-page-1/#comment-99</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mário Alcântara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 09:40:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recentemente tive a oportunidade de estar com David Plouffe em Washington como também com a Blue State Digital (a empresa por detrás da tecnologia &#039;Obama&#039;). Uma das lições obtidas foi que a mensagem consistente é só meia verdade do sucesso - a outra metade foca na qualidade da própria mensagem.  Concordo contudo com o que o Armando Alves comenta relativamente à consistência das próximas eleições. A política praticamente em todo o mundo ocidental é muito mais reactiva (aos media, à opinião pública, à pressão dos partidos concorrentes) do que pro-activa, defendendo os seus princípios como partido e visão para o país. É interessante verificar que na vária literatura disponível, o próprio Obama enfrentou imensas resistências internas por manter o seu discurso coerente, desde o primeiro momento até à vitória. 

Supreendeu-me no entanto que ao contrário do que esperariamos, os EUA eram particularmente clássicos face a uma abordagem da política na exploração dos meios digitais. É também verdade que Obama não foi o primeiro a explorar as redes online, mas mais uma vez a história demonstrou que não bastou só a tecnologia quando a mensagem transmitida foi deficiente.

A mensagem de Obama focava na mudança e na esperança. Estas duas posições chave, juntas com a inversão do fluxo tradicional onde existe um emissor (candidato) e vários receptores (eleitores), para um modelo bidireccional, elevou ao expoente máximo a participação de todos e eleição deste candidato. Mais uma vez, a tecnologia foi só o meio para atingir este fim. Nada mais.

A nível empresarial acredito que também temos de repensar a nossa estratégia, no entanto num espaço tão competitivo conseguiremos manter a nossa mensagem assim tão consistente e poderosa ao longo do tempo?Acredito que sim. Mas temos de trabalhar para isso e acreditar que nós próprios podemos mudar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente tive a oportunidade de estar com David Plouffe em Washington como também com a Blue State Digital (a empresa por detrás da tecnologia &#8216;Obama&#8217;). Uma das lições obtidas foi que a mensagem consistente é só meia verdade do sucesso &#8211; a outra metade foca na qualidade da própria mensagem.  Concordo contudo com o que o Armando Alves comenta relativamente à consistência das próximas eleições. A política praticamente em todo o mundo ocidental é muito mais reactiva (aos media, à opinião pública, à pressão dos partidos concorrentes) do que pro-activa, defendendo os seus princípios como partido e visão para o país. É interessante verificar que na vária literatura disponível, o próprio Obama enfrentou imensas resistências internas por manter o seu discurso coerente, desde o primeiro momento até à vitória. </p>
<p>Supreendeu-me no entanto que ao contrário do que esperariamos, os EUA eram particularmente clássicos face a uma abordagem da política na exploração dos meios digitais. É também verdade que Obama não foi o primeiro a explorar as redes online, mas mais uma vez a história demonstrou que não bastou só a tecnologia quando a mensagem transmitida foi deficiente.</p>
<p>A mensagem de Obama focava na mudança e na esperança. Estas duas posições chave, juntas com a inversão do fluxo tradicional onde existe um emissor (candidato) e vários receptores (eleitores), para um modelo bidireccional, elevou ao expoente máximo a participação de todos e eleição deste candidato. Mais uma vez, a tecnologia foi só o meio para atingir este fim. Nada mais.</p>
<p>A nível empresarial acredito que também temos de repensar a nossa estratégia, no entanto num espaço tão competitivo conseguiremos manter a nossa mensagem assim tão consistente e poderosa ao longo do tempo?Acredito que sim. Mas temos de trabalhar para isso e acreditar que nós próprios podemos mudar.</p>
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		<title>Por: Armando Alves</title>
		<link>http://cibertransistor.com/2009/04/09/a-inovacao-que-faz-a-diferenca/comment-page-1/#comment-98</link>
		<dc:creator><![CDATA[Armando Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 17:19:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em tempos que as acções tácticas são o dia-a-dia, parece-me dificil manter a consistência que marca o discurso do D. Plouffe. Na mensagem, na estratégia, nos comportamentos. 

Vai ser interessante ver em ano de eleições como os partidos vão reciclar as lições do Obama. Para já começam fraquito: em 2007, 1 ano antes das primárias, o Obama fazia uso intensivo da Web. Consistência só se obtém com longevidade, pelo que prevejo que as campanhas que se avizinham tenham tudo menos consistência.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos que as acções tácticas são o dia-a-dia, parece-me dificil manter a consistência que marca o discurso do D. Plouffe. Na mensagem, na estratégia, nos comportamentos. </p>
<p>Vai ser interessante ver em ano de eleições como os partidos vão reciclar as lições do Obama. Para já começam fraquito: em 2007, 1 ano antes das primárias, o Obama fazia uso intensivo da Web. Consistência só se obtém com longevidade, pelo que prevejo que as campanhas que se avizinham tenham tudo menos consistência.</p>
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